Fechar
Publicidade

Segunda-Feira, 16 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

cultura@dgabc.com.br | 4435-8364

Teatro do Grande ABC cresce no Festival de Curitiba


Mauro Fernando
Do Diário do Grande ABC

23/02/2002 | 17:14


Seis grupos de Santo André, um de Mauá e dez montagens confirmadas até a sexta-feira. Não dá para considerar exatamente como uma invasão do Grande ABC no 11º Festival de Teatro de Curitiba, já que o evento conta com mais de 200 peças. Mas o número é expressivo – nunca houve tantas produções do Grande ABC no Festival, um dos mais importantes do Brasil, que vai de 21 a 31 de março.

A Cia. do Nó leva duas montagens para a capital paranaense. Uma delas estréia lá: A Guerra Santa, de Luís Alberto de Abreu. A outra é o infantil Os Três Porquinhos – A Verdadeira História, adaptação de Esdras Domingos para o conto de Joseph Jacobs.

A Cia. Teatro no Pires também vai para Curitiba com duas peças na bagagem: Esta Noite Ouvirei Chopin e o espetáculo de rua Fogueira ao Meio do Dia ou Bueiro do Amor, textos de Sérgio Pires. O Grupo Vagão estréia lá O Ócio, de Denise Alves.

Outra companhia que segue para o Paraná com duas produções é a Pasteurizada: Fragmentos Humanos (dois textos de Samuel Beckett, Comédia e Eu Não) e Insensíveis, de Zuca Zenker. A Cia. Monociclo comparece com A História de Augusto Matraga, adaptação livre de Silene Pignagrandi para o conto de Guimarães Rosa. O Isqueiro Encantado e a Moura Torta, adaptação de Márcio Rui Padoim para as obras dos irmãos Andersen e dos irmãos Grimm, é o espetáculo que a Cia. Espinha de Peixe tem na mala. A Cia. Aquarius, de Mauá, mostra O Divo e a Diva – A Procura de um Papel, de Amilza Campos Telles.

Os grupos trabalharão por uma porcentagem de bilheteria num lugar onde não têm público formado, o que significa um evidente risco financeiro. O grande interesse dos grupos no Festival está no fato de o evento ser uma grande vitrine. Além das peças inscritas na Mostra de Teatro Contemporâneo (dedicada a nomes já consagrados) e no Fringe (integrado por produções de caráter mais experimental), compõem o Festival oficinas, exposições, debates e lançamentos de livros. É garantida, portanto, a circulação de peixes graúdos do teatro brasileiro.

Para a atriz Izabel Lima, que fará os monólogos A História de Augusto Matraga e Eu Não, “o material humano de Santo André é muito bom – a maioria dos grupos tem formação na Escola Livre de Teatro – e o Festival é uma chance de mostrar o trabalho”. Ela destaca também o “intercâmbio com público e linguagens teatrais diversificados, que enriquece”.



Quer receber em primeira mão as notícias das sete cidades do Grande ABC?

Entre no nosso grupo de WhatsApp. 
Clique aqui.
 

Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;