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Bolsas caem, dólar sobe



08/01/2008 | 07:00


As Bolsas norte-americanas iniciaram a semana voláteis e sem direção definida, refletindo as preocupações de que uma recessão nos EUA poderá provocar desaceleração econômica global e irá pressionar os lucros corporativos.

Esse temor também levou o petróleo futuro à queda, dada a possibilidade de redução no consumo, além do inverno mais ameno do que o esperado no Hemisfério Norte.

Na segunda-feira à tarde, o presidente do Fed de Atlanta disse que as forças que estão atuando como um freio ao crescimento da economia norte-americana podem estar se tornando mais fortes e que o Fed deve estar preparado para lidar com isso.

A expectativa majoritária no mercado é de que o Fed poderá cortar o juro dos Fed Funds em 25 pontos-base, mas uma parcela de investidores não descarta uma decisão mais agressiva, de redução de 50 pontos-base. Diante da cautela, os preços dos Treasuries de longo prazo seguiram altos.

A Bovespa foi afetada pelas incertezas externas e caiu, induzida ainda pelo desempenho ruim das blue chips Petrobras e Vale do Rio Doce. O dólar à vista seguiu em alta.

E os juros futuros mais negociados, embora tenham encerrado de lado, foram pressionados durante a sessão pela sinalização do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, de que aumentou a probabilidade de o governo usar em 2008 a prerrogativa de abater do superávit primário os investimentos realizados no âmbito do PPI.

Essa possibilidade está sendo vista com preocupação pelas agências de classificação de risco e pode pesar na concessão do grau de investimento para o País.

BOLSA

Com os temores de recessão da economia norte-americana cada vez mais próximos do horizonte, a Bovespa repetiu nesta segunda-feira o comportamento da primeira semana do ano: queda, embora, em boa parte do dia, a Bolsa paulista tenha trabalhado em sentido contrário das equivalentes norte-americanas, já que o sinal por lá foi predominantemente positivo até a última hora do pregão doméstico, quando então sucumbiram à baixa.

O índice fechou em baixa de 0,43%, retornando aos 60 mil pontos: 60.772,2 pontos.



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Bolsas caem, dólar sobe


08/01/2008 | 07:00


As Bolsas norte-americanas iniciaram a semana voláteis e sem direção definida, refletindo as preocupações de que uma recessão nos EUA poderá provocar desaceleração econômica global e irá pressionar os lucros corporativos.

Esse temor também levou o petróleo futuro à queda, dada a possibilidade de redução no consumo, além do inverno mais ameno do que o esperado no Hemisfério Norte.

Na segunda-feira à tarde, o presidente do Fed de Atlanta disse que as forças que estão atuando como um freio ao crescimento da economia norte-americana podem estar se tornando mais fortes e que o Fed deve estar preparado para lidar com isso.

A expectativa majoritária no mercado é de que o Fed poderá cortar o juro dos Fed Funds em 25 pontos-base, mas uma parcela de investidores não descarta uma decisão mais agressiva, de redução de 50 pontos-base. Diante da cautela, os preços dos Treasuries de longo prazo seguiram altos.

A Bovespa foi afetada pelas incertezas externas e caiu, induzida ainda pelo desempenho ruim das blue chips Petrobras e Vale do Rio Doce. O dólar à vista seguiu em alta.

E os juros futuros mais negociados, embora tenham encerrado de lado, foram pressionados durante a sessão pela sinalização do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, de que aumentou a probabilidade de o governo usar em 2008 a prerrogativa de abater do superávit primário os investimentos realizados no âmbito do PPI.

Essa possibilidade está sendo vista com preocupação pelas agências de classificação de risco e pode pesar na concessão do grau de investimento para o País.

BOLSA

Com os temores de recessão da economia norte-americana cada vez mais próximos do horizonte, a Bovespa repetiu nesta segunda-feira o comportamento da primeira semana do ano: queda, embora, em boa parte do dia, a Bolsa paulista tenha trabalhado em sentido contrário das equivalentes norte-americanas, já que o sinal por lá foi predominantemente positivo até a última hora do pregão doméstico, quando então sucumbiram à baixa.

O índice fechou em baixa de 0,43%, retornando aos 60 mil pontos: 60.772,2 pontos.

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