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PSB de Diadema faz convenção, mas não traz novo aliado



28/06/2008 | 07:08


A ex-ministra Marta Suplicy oficializou ontem a aliança com os partidos do chamado bloquinho de esquerda no Congresso, colocando fim ao isolamento que marcou sua pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo nos últimos meses. Em meio a lideranças dos seis partidos da aliança, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT) garantiu que ajudará a eleger a petista em outubro.

Paulinho, que chegou a ser cogitado como um dos pré-candidatos do bloquinho para a Prefeitura paulistana, teve seu nome envolvido nas investigações da Operação Santa Tereza da Polícia Federal.

Suspeito de integrar um esquema de desvio de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e afastado da presidência do PDT em São Paulo, ele recebeu ontem o mesmo tratamento dos presidentes nacionais ou regionais do PT, PSB, PCdoB, PRB e PTN, que junto com o PDT endossam a candidatura de Marta.

Sentou-se à mesa de cerimônia e teve direito a um discurso, no qual brincou que, para a aliança ser selada, foi preciso "fumar um cachimbo da paz" com Aldo, que no início das negociações marcou posição em favor da candidatura própria do bloco.

Após o ato, Paulinho não apenas negou que sua presença na campanha possa ser prejudicial à imagem de Marta, como afirmou que tem condições de melhorar a performance da petista.

IMAGEM
"Eu vou trabalhar a base sindical e levar a Marta onde eu puder levar", disse o deputado. Questionado se não temia atrapalhar, Paulinho disse ter encomendado pesquisas que mostram que, "pelo contrário", sua imagem junto ao eleitorado está "muito bem". "Os resultados estão melhores do que antes (das denúncias). Melhorou a minha imagem", afirmou, sem especificar os detalhes do levantamento.

Tanto Marta quanto Aldo negaram que a participação de Paulinho na campanha represente um constrangimento. "Ninguém pode ser julgado antes da hora. Não vemos nenhum problema na participação de todos os membros dos partidos aliados", afirmou Marta.

Aldo disse que uma união de partidos inclui todos os representantes dessas legendas e ressaltou que o próprio Paulinho pediu que seu caso fosse investigado na Câmara. "Portanto, isso está sob jurisdição da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal."



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PSB de Diadema faz convenção, mas não traz novo aliado


28/06/2008 | 07:08


A ex-ministra Marta Suplicy oficializou ontem a aliança com os partidos do chamado bloquinho de esquerda no Congresso, colocando fim ao isolamento que marcou sua pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo nos últimos meses. Em meio a lideranças dos seis partidos da aliança, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT) garantiu que ajudará a eleger a petista em outubro.

Paulinho, que chegou a ser cogitado como um dos pré-candidatos do bloquinho para a Prefeitura paulistana, teve seu nome envolvido nas investigações da Operação Santa Tereza da Polícia Federal.

Suspeito de integrar um esquema de desvio de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e afastado da presidência do PDT em São Paulo, ele recebeu ontem o mesmo tratamento dos presidentes nacionais ou regionais do PT, PSB, PCdoB, PRB e PTN, que junto com o PDT endossam a candidatura de Marta.

Sentou-se à mesa de cerimônia e teve direito a um discurso, no qual brincou que, para a aliança ser selada, foi preciso "fumar um cachimbo da paz" com Aldo, que no início das negociações marcou posição em favor da candidatura própria do bloco.

Após o ato, Paulinho não apenas negou que sua presença na campanha possa ser prejudicial à imagem de Marta, como afirmou que tem condições de melhorar a performance da petista.

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"Eu vou trabalhar a base sindical e levar a Marta onde eu puder levar", disse o deputado. Questionado se não temia atrapalhar, Paulinho disse ter encomendado pesquisas que mostram que, "pelo contrário", sua imagem junto ao eleitorado está "muito bem". "Os resultados estão melhores do que antes (das denúncias). Melhorou a minha imagem", afirmou, sem especificar os detalhes do levantamento.

Tanto Marta quanto Aldo negaram que a participação de Paulinho na campanha represente um constrangimento. "Ninguém pode ser julgado antes da hora. Não vemos nenhum problema na participação de todos os membros dos partidos aliados", afirmou Marta.

Aldo disse que uma união de partidos inclui todos os representantes dessas legendas e ressaltou que o próprio Paulinho pediu que seu caso fosse investigado na Câmara. "Portanto, isso está sob jurisdição da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal."

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