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Google se volta para o hardware

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Sérgio Vinícius
Do 33Giga

16/08/2021 | 08:18


*Por Vivaldo José Breternitz, que fala sobre a nova base do Google, a Midpoint

O Google planeja expandir suas instalações no Vale do Silício, construindo um novo centro dedicado, principalmente, à pesquisa, desenvolvimento e produção de hardware, em especial smartphones e acessórios para casas conectadas. Para a expansão, a empresa adquiriu uma área ao norte de San Jose, Califórnia, investindo mais de US$ 389 milhões.

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O novo centro, que vem sendo chamado Midpoint, ficará localizado entre a atual sede do Google em Mountain View e suas instalações em San Jose.

O Midpoint terá cinco prédios de escritórios, interligados por passarelas de pedestres, adjacentes a três prédios industriais que centralizarão diversos projetos de divisão de hardware da empresa.

O Google vinha planejando o Midpoint há alguns anos, tendo a pandemia retardado sua implementação.

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Rick Osterloh, que dirige as operações de hardware da empresa, disse que as novas instalações são parte dos planos do Google para ganhar market share em setores hoje dominados por outros grandes nomes, como Apple e Samsung.

Midpoint, divisor de águas?

Nos próximos meses, a empresa apresentará oficialmente seus smartphones Pixel 6, que pretendem concorrer com os produtos mais sofisticados de outras grandes empresas. A linha vai utilizar chips próprios, deixando de lado os produzidos pela Qualcomm que eram utilizados em produtos Google.

Essa parece ser uma tendência, pois a Apple tomou medidas semelhantes, abandonando sua parceria com a Intel.

Os produtos de hardware representam uma parcela mínima do faturamento do Google, quando comparados às receitas geradas pelos seus serviços de internet, como Search, YouTube e Google Cloud;.

Resta ver se esses planos em Midpoint terão sucesso ou se juntarão à lista de grandes fracassos na área de tecnologia, dentre os quais está a parceria Nokia e Microsoft para a produção do Windows Phone.

*Por Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie



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