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Governo anuncia queda de 16% na taxa de desmatamento da Amazônia

Márcio Pereira/Fotos Públicas Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Levantamento do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) é de agosto de 2016 a julho de 2017



17/10/2017 | 17:29


O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, anunciou nesta terça-feira, 17, que a taxa de desmatamento da Amazônia no último ano foi 16% menor do que a do ano passado. Segundo o ministro, os números são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e se referem ao período de agosto de 2016 a julho de 2017. O órgão destacou, ainda, que esse número representa uma diminuição de 76% em relação ao registrado em 2004.

Sarney Filho afirmou os que os dados confirmam uma tendência de queda do desmatamento da Amazônia e que "não houve nenhum retrocesso ambiental".

"Versões que apontam redução de unidades da conservação não condizem com a realidade", afirmou, ao lado do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab (PSB).

Tanto Sarney Filho como auxiliares do presidente destacaram a medida como a primeira concreta do governo Temer, já que coincide com o período de um ano do presidente Michel Temer no governo e seria um contraponto em relação aos governos petistas.

"Foi uma redução que aconteceu na gestão Temer", disse o ministro. "Na política ambiental, nós estamos avançando."

De acordo com a pasta, o Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Inpe, apontou um corte raso de 6.624 km² de floresta entre agosto de 2016 e julho deste ano. Em 2016, desmatamento havia sido de 7.893 km².

Apesar de destacar cuidados para a redução do desmatamento, Sarney Filho disse que o "Brasil tem feito seu dever de casa", mas que o País está "chegando ao limite". "Será difícil manter a queda do desmatamento", reconheceu.

Críticas

Durante sua fala, Sarney Filho fez críticas indiretas ao ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, pela confusão em torno do decreto que extinguia a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca).

"A Renca foi uma iniciativa do Ministério de Minas e Energia que, desencontradamente com os dados do desmatamento, teve que refluir e foi revogada", afirmou o ministro do Meio Ambiente.



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Governo anuncia queda de 16% na taxa de desmatamento da Amazônia

Levantamento do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) é de agosto de 2016 a julho de 2017


17/10/2017 | 17:29


O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, anunciou nesta terça-feira, 17, que a taxa de desmatamento da Amazônia no último ano foi 16% menor do que a do ano passado. Segundo o ministro, os números são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e se referem ao período de agosto de 2016 a julho de 2017. O órgão destacou, ainda, que esse número representa uma diminuição de 76% em relação ao registrado em 2004.

Sarney Filho afirmou os que os dados confirmam uma tendência de queda do desmatamento da Amazônia e que "não houve nenhum retrocesso ambiental".

"Versões que apontam redução de unidades da conservação não condizem com a realidade", afirmou, ao lado do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab (PSB).

Tanto Sarney Filho como auxiliares do presidente destacaram a medida como a primeira concreta do governo Temer, já que coincide com o período de um ano do presidente Michel Temer no governo e seria um contraponto em relação aos governos petistas.

"Foi uma redução que aconteceu na gestão Temer", disse o ministro. "Na política ambiental, nós estamos avançando."

De acordo com a pasta, o Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Inpe, apontou um corte raso de 6.624 km² de floresta entre agosto de 2016 e julho deste ano. Em 2016, desmatamento havia sido de 7.893 km².

Apesar de destacar cuidados para a redução do desmatamento, Sarney Filho disse que o "Brasil tem feito seu dever de casa", mas que o País está "chegando ao limite". "Será difícil manter a queda do desmatamento", reconheceu.

Críticas

Durante sua fala, Sarney Filho fez críticas indiretas ao ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, pela confusão em torno do decreto que extinguia a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca).

"A Renca foi uma iniciativa do Ministério de Minas e Energia que, desencontradamente com os dados do desmatamento, teve que refluir e foi revogada", afirmou o ministro do Meio Ambiente.

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