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Protesto reúne apenas 300 em Brasília


Do Diário do Grande ABC

07/09/1999 | 17:56


A marcha do Grito dos Excluídos, em Brasília, aconteceu a cerca de dois quilômetros do Setor Militar Urbano, onde o presidente Fernando Henrique Cardoso acompanhou o desfile em comemoraçao ao Sete de Setembro. A participaçao ficou abaixo do esperado pelos organizadores. Cerca de 300 pessoas protestaram contra a política econômica do governo e pediram soluçoes para problemas, como o desemprego.

Organizaram a marcha, em Brasília, a Central Unica dos Trabalhadores, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). "Nao tínhamos mesmo a expectativa de trazer muita gente porque em Brasília a marcha ainda nao é tradiçao", disse o presidente da CUT no Distrito Federal, José Zunga, que nao conseguiu reforçar o protesto como pretendia. Zunga contratou a participaçao de um cavalo de um catador de papel, por R$ 30,00, mas o animal acabou nao sendo levado. "E olha que pagamos R$ 15 00 adiantados", lamentou.

A manifestaçao começou pouco depois das 9 horas. Os manifestantes caminharam do Centro de Convençoes Ulysses Guimaraes rumo ao local onde foi rezada a primeira missa em Brasília, próximo ao memorial JK. Acompanhando o carro de som, eles se dividiram em alas de desempregados, famintos, sem-terra, dos falidos, dos servidores públicos e da impunidade. Carregavam bandeiras do MST e faixas de protesto pedindo a saída do presidente Fernando Henrique Cardoso.

A caminhada transcorreu de forma pacífica. O presidente do Conselho Nacional das Igrejas Cristas, pastor Eruínio Schmidt leu o manifesto "Mudanças já. Conclamaçao ao Povo Brasileiro" no qual os manifestantes faziam críticas ao governo e pediam emprego, reforma agrária e a revisao do acordo assinadocom o Fundo Monetário Internacional (FMI).



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Protesto reúne apenas 300 em Brasília

Do Diário do Grande ABC

07/09/1999 | 17:56


A marcha do Grito dos Excluídos, em Brasília, aconteceu a cerca de dois quilômetros do Setor Militar Urbano, onde o presidente Fernando Henrique Cardoso acompanhou o desfile em comemoraçao ao Sete de Setembro. A participaçao ficou abaixo do esperado pelos organizadores. Cerca de 300 pessoas protestaram contra a política econômica do governo e pediram soluçoes para problemas, como o desemprego.

Organizaram a marcha, em Brasília, a Central Unica dos Trabalhadores, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). "Nao tínhamos mesmo a expectativa de trazer muita gente porque em Brasília a marcha ainda nao é tradiçao", disse o presidente da CUT no Distrito Federal, José Zunga, que nao conseguiu reforçar o protesto como pretendia. Zunga contratou a participaçao de um cavalo de um catador de papel, por R$ 30,00, mas o animal acabou nao sendo levado. "E olha que pagamos R$ 15 00 adiantados", lamentou.

A manifestaçao começou pouco depois das 9 horas. Os manifestantes caminharam do Centro de Convençoes Ulysses Guimaraes rumo ao local onde foi rezada a primeira missa em Brasília, próximo ao memorial JK. Acompanhando o carro de som, eles se dividiram em alas de desempregados, famintos, sem-terra, dos falidos, dos servidores públicos e da impunidade. Carregavam bandeiras do MST e faixas de protesto pedindo a saída do presidente Fernando Henrique Cardoso.

A caminhada transcorreu de forma pacífica. O presidente do Conselho Nacional das Igrejas Cristas, pastor Eruínio Schmidt leu o manifesto "Mudanças já. Conclamaçao ao Povo Brasileiro" no qual os manifestantes faziam críticas ao governo e pediam emprego, reforma agrária e a revisao do acordo assinadocom o Fundo Monetário Internacional (FMI).

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