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Meta é ampliar índice de parto normal no HMU

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Equipamento de S.Bernardo tem média de 400 nascimentos mensais, sendo 60% não cirúrgicos


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

03/02/2017 | 07:00


 Com a expectativa de aumentar o número de partos normais realizados, o HMU (Hospital Municipal Universitário) de São Bernardo, no Rudge Ramos, entregou, ontem, a reforma do centro de procedimentos humanizados. O local, que agora conta com dois quartos para os momentos pré-parto, é responsável pela média de 400 nascimentos mensais, sendo 60% deles não cirúrgicos.

O valor da obra ficou em torno de R$ 400 mil, provenientes do Ministério da Saúde. A Prefeitura ficou responsável pela execução dos trabalhos, iniciados em outubro do ano passado.

Os quartos pré-parto são destinados às gestantes que estão em fase inicial do trabalho de parto normal. Os ambientes são equipados com banheiro e chuveiro privativos, além de bolas de pilates. O intuito é aumentar a humanização durante os procedimentos para alívio das dores e colaborar com o conforto das grávidas.

Atualmente, o HMU, referência na atenção à gestante e no atendimento humanizado, ostenta coeficiente de 6,8 óbitos infantis por 1.000 nascidos vivos, enquanto a média da cidade é de 10,1. A meta, conforme destacou o secretário de Saúde, Geraldo Reple Sobrinho, é colocar o coeficiente de mortalidade infantil abaixo do índice 7, compatível com números de países de primeiro mundo.

O equipamento recebeu o certificado ONA (Organização Nacional de Acreditação) ontem, o primeiro entregue no Grande ABC. O documento afirma que o hospital atendeu a critérios de segurança do paciente e também aspectos estruturais e assistenciais. “Os processos de qualidade nos ensinam a evitar erros e acidentes”, afirmou o secretário.

Um dos focos da Pasta para os próximos meses será o treinamento dos funcionários das unidades da rede. Isso porque, conforme a administração, 65% dos usuários consideram a Saúde municipal ruim. Um dos problemas apontados é a comunicação entre servidores, pacientes e acompanhantes. “Vamos investir em capacitação, junto com o treinamento. Aqui (no HMU) já é feito (esse trabalho) e pretendemos implantar em toda a rede”, afirmou o secretário de Saúde.

O prefeito Orlando Morando (PSDB) descartou dar continuidade a projeto anunciado pelo ex-prefeito Luiz Marinho (PT) de tornar o equipamento referência à saúde da mulher na cidade. “Ele (HMU) cumpre o papel e já recebe todas as mães da cidade na hora do parto. A administração anterior tinha fascinação por dar nome e nós temos por dar qualidade. O nome é o menos importante”, afirmou.

O prefeito também prometeu investimento para outros equipamentos da Saúde nos próximos meses. “Estamos ampliando mais uma enfermaria no PS (Pronto-Socorro) Central. No HC (Hospital de Clínicas) precisamos refazer o piso, já que a administração anterior não deveria ter recebido daquele jeito. Também há programação de ampla reforma no Hospital Anchieta, que é importante, mas está velho.”



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Meta é ampliar índice de parto normal no HMU

Equipamento de S.Bernardo tem média de 400 nascimentos mensais, sendo 60% não cirúrgicos

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

03/02/2017 | 07:00


 Com a expectativa de aumentar o número de partos normais realizados, o HMU (Hospital Municipal Universitário) de São Bernardo, no Rudge Ramos, entregou, ontem, a reforma do centro de procedimentos humanizados. O local, que agora conta com dois quartos para os momentos pré-parto, é responsável pela média de 400 nascimentos mensais, sendo 60% deles não cirúrgicos.

O valor da obra ficou em torno de R$ 400 mil, provenientes do Ministério da Saúde. A Prefeitura ficou responsável pela execução dos trabalhos, iniciados em outubro do ano passado.

Os quartos pré-parto são destinados às gestantes que estão em fase inicial do trabalho de parto normal. Os ambientes são equipados com banheiro e chuveiro privativos, além de bolas de pilates. O intuito é aumentar a humanização durante os procedimentos para alívio das dores e colaborar com o conforto das grávidas.

Atualmente, o HMU, referência na atenção à gestante e no atendimento humanizado, ostenta coeficiente de 6,8 óbitos infantis por 1.000 nascidos vivos, enquanto a média da cidade é de 10,1. A meta, conforme destacou o secretário de Saúde, Geraldo Reple Sobrinho, é colocar o coeficiente de mortalidade infantil abaixo do índice 7, compatível com números de países de primeiro mundo.

O equipamento recebeu o certificado ONA (Organização Nacional de Acreditação) ontem, o primeiro entregue no Grande ABC. O documento afirma que o hospital atendeu a critérios de segurança do paciente e também aspectos estruturais e assistenciais. “Os processos de qualidade nos ensinam a evitar erros e acidentes”, afirmou o secretário.

Um dos focos da Pasta para os próximos meses será o treinamento dos funcionários das unidades da rede. Isso porque, conforme a administração, 65% dos usuários consideram a Saúde municipal ruim. Um dos problemas apontados é a comunicação entre servidores, pacientes e acompanhantes. “Vamos investir em capacitação, junto com o treinamento. Aqui (no HMU) já é feito (esse trabalho) e pretendemos implantar em toda a rede”, afirmou o secretário de Saúde.

O prefeito Orlando Morando (PSDB) descartou dar continuidade a projeto anunciado pelo ex-prefeito Luiz Marinho (PT) de tornar o equipamento referência à saúde da mulher na cidade. “Ele (HMU) cumpre o papel e já recebe todas as mães da cidade na hora do parto. A administração anterior tinha fascinação por dar nome e nós temos por dar qualidade. O nome é o menos importante”, afirmou.

O prefeito também prometeu investimento para outros equipamentos da Saúde nos próximos meses. “Estamos ampliando mais uma enfermaria no PS (Pronto-Socorro) Central. No HC (Hospital de Clínicas) precisamos refazer o piso, já que a administração anterior não deveria ter recebido daquele jeito. Também há programação de ampla reforma no Hospital Anchieta, que é importante, mas está velho.”

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