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Juro menor e preço do dólar em alta ajudam a puxar economia


Fernando Bortolin
Do Diário do Grande ABC

05/02/2007 | 22:03


Às vésperas de superar o limite de US$ 100 bilhões em reservas internacionais pela primeira vez na história, analistas de mercado fazem um diagnóstico mais positivo que negativo para a economia brasileira neste ano.

A grande novidade apontada pelo Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central é a revisão para baixo da taxa básica de juros, a Selic, para 11,5% em dezembro deste ano – ante os 11,75% estimados anteriormente. Hoje a taxa encontra-se em 13% ao ano. Se o juro ainda não é nenhuma Brastemp, pelo menos mantém o ritmo gradual de queda.

Outra boa novidade, dessa vez para os exportadores, é que os executivos financeiros estão acreditando que o preço do dólar possa subir um pouco mais, chegando a dezembro valendo R$ 2,20. A taxa ideal desejada por parte da indústria oscila entre os R$ 2,30 e R$ 2,40.

Mesmo com uma taxa inferior à esperada, os analistas acreditam que no atual ambiente econômico brasileiro dá para fechar a balança comercial com superávit comercial de US$ 39 bilhões, além do ingresso de US$ 17 bilhões em investimentos estrangeiros e a possibilidade de sobrar, de forma líquida, US$ 7 bilhões para o balanço de pagamentos brasileiro.

Vale lembrar que em 2006, esse saldo líquido das contas correntes (balanço de pagamentos) foi de US$ 13,5 bilhões. O menor montante estimado para este ano se deve, entre outras coisas, aos maiores gastos do governo com dívida externa e menor superávit da balança comercial. No ano passado, exportações menos importações trouxeram US$ 45 bilhões ao país.



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Juro menor e preço do dólar em alta ajudam a puxar economia

Fernando Bortolin
Do Diário do Grande ABC

05/02/2007 | 22:03


Às vésperas de superar o limite de US$ 100 bilhões em reservas internacionais pela primeira vez na história, analistas de mercado fazem um diagnóstico mais positivo que negativo para a economia brasileira neste ano.

A grande novidade apontada pelo Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central é a revisão para baixo da taxa básica de juros, a Selic, para 11,5% em dezembro deste ano – ante os 11,75% estimados anteriormente. Hoje a taxa encontra-se em 13% ao ano. Se o juro ainda não é nenhuma Brastemp, pelo menos mantém o ritmo gradual de queda.

Outra boa novidade, dessa vez para os exportadores, é que os executivos financeiros estão acreditando que o preço do dólar possa subir um pouco mais, chegando a dezembro valendo R$ 2,20. A taxa ideal desejada por parte da indústria oscila entre os R$ 2,30 e R$ 2,40.

Mesmo com uma taxa inferior à esperada, os analistas acreditam que no atual ambiente econômico brasileiro dá para fechar a balança comercial com superávit comercial de US$ 39 bilhões, além do ingresso de US$ 17 bilhões em investimentos estrangeiros e a possibilidade de sobrar, de forma líquida, US$ 7 bilhões para o balanço de pagamentos brasileiro.

Vale lembrar que em 2006, esse saldo líquido das contas correntes (balanço de pagamentos) foi de US$ 13,5 bilhões. O menor montante estimado para este ano se deve, entre outras coisas, aos maiores gastos do governo com dívida externa e menor superávit da balança comercial. No ano passado, exportações menos importações trouxeram US$ 45 bilhões ao país.

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