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Cesta básica registra maior alta do ano

Consumidor já gasta R$ 367,84 para encher o carrinho
do supermercado, 1,44% mais do que na semana passada


Paula Cabrera
do Diário do Grande ABC

12/11/2010 | 07:16


A cesta básica segue em escalada no Grande ABC. Nesta semana, o consumidor gasta R$ 367,84 para encher o carrinho do supermercado, 1,44% mais do que na semana passada. Segundo pesquisa da Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André), este é o valor mais alto já cobrado pela cesta no ano.
Laranja, café, batata, arroz e sabão tiveram aumentos expressivos e contribuíram para o peso maior no bolso do consumidor. A carne e o feijão, grandes vilões do ano, também seguem salgados, segundo o engenheiro agrônomo da Craisa, Fábio Vezzá de Benedetto.

"Foi a soma de pequenas altas que causou o aumento maciço. O café, por exemplo, está subindo faz tempo e hoje já é motivo de preocupação. Ele registrou preço 12% maior agora, mas está aumentando já faz um bom tempo", explica Benedetto.

A variação do arroz chegou a 8% e já custa, em média R$ 7,49. A laranja, que teve oscilação de 2,12%, também é uma das principais responsáveis pela alta geral dos preços. Benedetto avisa que atualmente o item registra o maior custo do ano, saindo, em média, por R$ 1,89 o quilo.

A diferença nos preços praticados entre os supermercados também pesa no gasto final. Na região, a variação é de até 188%, o que aumenta a necessidade do consumidor de pesquisar muito antes de comprar. "Principalmente produtos de hortifruti e pão, que tiveram seguidas altas neste ano, mas que é motivo de muitas promoções nos estabelecimentos."

VILÕES - O feijão, que teve alta de 107% desde o início deste ano, voltou a cair pela segunda semana consecutiva e já pode ser encontrado por, em média, R$ 3,90. Apesar da boa notícia, Benedetto diz que a baixa foi de apenas 1,02%. "Ele segue caindo, mas o valor ainda está praticamente estável."

Já a carne sofreu nova remarcação de preços, pelo menos a de segunda. A de primeira teve queda de 0,85%, o que ainda não refresca o bolso do consumidor, que paga, em média, R$ 16,35 pelo quilo do produto.



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