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Paróquias celebram Dia de São Pedro

Andréa Iseki/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Procissão em Diadema, que ocorre há
50 anos, reuniu cerca de 500 fiéis


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

30/06/2014 | 07:00


Último dos santos juninos, São Pedro mobilizou ontem católicos da região, que foram celebrar o dia do primeiro chefe da Igreja, conhecido por ter as chaves do céu. Exemplo disso foi a procissão de fiéis da paróquia que leva o nome do santo na Rua da Fortuna, 13, na Vila Santa Luzia, em Diadema. A partir das 17h30, cerca de 500 pessoas saíram da igreja e percorreram as ruas próximas rezando e cantando em homenagem ao apóstolo de Cristo, tendo à frente do ato a cruz e, logo atrás, a imagem dele.

“Espero que São Pedro não mande chuva hoje (ontem), pode deixar para segunda-feira (hoje)”, disse o pároco Antonio Becker, durante a caminhada, brincando com a crença popular de que, por ter as chaves do céu, o santo pode fazer a água cair. De fato, não choveu e os fiéis seguiram com entusiasmo de volta à igreja.

A procissão, seguida de missa, é tradicional no dia de São Pedro. Segundo o padre, a homenagem ao padroeiro ocorre desde a fundação da paróquia, há cerca de 50 anos, e tem angariado muitos fiéis, pela fé no discípulo de Jesus e afinidade com a comunidade religiosa local.

Os motivos para celebrar a data são diversos, de acordo com os próprios devotos. Outro santo junino, Santo Antônio é conhecido por ser casamenteiro. Já venerar São Pedro está mais relacionado à devoção, de acordo com o administrador de empresas Olavo Tomaz Guerino, 58 anos, que frequenta a missa local desde a infância. “Ele é o guardião da casa, além de ter sido o primeiro papa, o início da Igreja Católica.”

No entanto, isso não impede que os fiéis também façam pedidos ao padroeiro. “Hoje (ontem), estou pensando no meu avô Sérgio, que está na UTI”, disse o consultor Frank Miller Arcanjo, 36 anos, que percorreu a procissão com o filho Miguel, 6, nos ombros. Perguntado pela equipe do Diário se ele acreditava que o santo atenderia seu pedido para a melhora do avô, Frank não titubeou: “Com certeza”.

Já a aposentada Antônia Josina Gonçalves, 66, não havia pedido nada em especial desta vez. Afirmou, porém, que sempre solicita saúde para a família e se sente em casa na paróquia. Ela também garante se sentir grata por ter conseguido a aposentadoria, depois de anos de trabalho como empregada doméstica. “Graças a São Pedro e também aos outros santos.” 



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Paróquias celebram Dia de São Pedro

Procissão em Diadema, que ocorre há
50 anos, reuniu cerca de 500 fiéis

Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

30/06/2014 | 07:00


Último dos santos juninos, São Pedro mobilizou ontem católicos da região, que foram celebrar o dia do primeiro chefe da Igreja, conhecido por ter as chaves do céu. Exemplo disso foi a procissão de fiéis da paróquia que leva o nome do santo na Rua da Fortuna, 13, na Vila Santa Luzia, em Diadema. A partir das 17h30, cerca de 500 pessoas saíram da igreja e percorreram as ruas próximas rezando e cantando em homenagem ao apóstolo de Cristo, tendo à frente do ato a cruz e, logo atrás, a imagem dele.

“Espero que São Pedro não mande chuva hoje (ontem), pode deixar para segunda-feira (hoje)”, disse o pároco Antonio Becker, durante a caminhada, brincando com a crença popular de que, por ter as chaves do céu, o santo pode fazer a água cair. De fato, não choveu e os fiéis seguiram com entusiasmo de volta à igreja.

A procissão, seguida de missa, é tradicional no dia de São Pedro. Segundo o padre, a homenagem ao padroeiro ocorre desde a fundação da paróquia, há cerca de 50 anos, e tem angariado muitos fiéis, pela fé no discípulo de Jesus e afinidade com a comunidade religiosa local.

Os motivos para celebrar a data são diversos, de acordo com os próprios devotos. Outro santo junino, Santo Antônio é conhecido por ser casamenteiro. Já venerar São Pedro está mais relacionado à devoção, de acordo com o administrador de empresas Olavo Tomaz Guerino, 58 anos, que frequenta a missa local desde a infância. “Ele é o guardião da casa, além de ter sido o primeiro papa, o início da Igreja Católica.”

No entanto, isso não impede que os fiéis também façam pedidos ao padroeiro. “Hoje (ontem), estou pensando no meu avô Sérgio, que está na UTI”, disse o consultor Frank Miller Arcanjo, 36 anos, que percorreu a procissão com o filho Miguel, 6, nos ombros. Perguntado pela equipe do Diário se ele acreditava que o santo atenderia seu pedido para a melhora do avô, Frank não titubeou: “Com certeza”.

Já a aposentada Antônia Josina Gonçalves, 66, não havia pedido nada em especial desta vez. Afirmou, porém, que sempre solicita saúde para a família e se sente em casa na paróquia. Ela também garante se sentir grata por ter conseguido a aposentadoria, depois de anos de trabalho como empregada doméstica. “Graças a São Pedro e também aos outros santos.” 

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