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Veríssimo diz que há falhas em outros contratos de Atila

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Autor de denúncia sobre hospital de campanha de Mauá, pré-candidato do PSD avisa que já identificou erros nas áreas da saúde e habitação


Evaldo Novelini
Do Diário do Grande ABC

22/05/2020 | 00:01


Pré-candidato do PSD à Prefeitura de Mauá, João Veríssimo avisou que analisa a situação de outros contratos suspeitos do governo do prefeito Atila Jacomussi (PSB). O pessedista foi quem denunciou ao Ministério Público indícios de irregularidades no hospital de campanha montado no estacionamento do Paço.

O ex-juiz de direito argumentou que outros apontamentos suspeitos sobre o equipamento provisório no combate à Covid-19 chegaram a seu conhecimento, bem como acordos firmados pelo socialista para construção de moradias e regularização fundiária.

“Sobre o hospital de campanha, o termo de referência é totalmente irregular. Vou estudar e vou encaminhar para o Tribunal de Contas apurar as irregularidades. Dei uma primeira olhada no termo, que tem 86 folhas, e já vi que há coisas irregulares. Vou encaminhar também ao Ministério Público”, disse o pessedista, sem se adiantar sobre quais falhas existem no documento. “Tenho também estudado algumas situações em relação a moradias em Mauá. Existem algumas situações irregulares, patrocinadas por agentes públicos, embora eu não tenha identificado quem são.”

Após décadas na magistratura e breve passagem na Prefeitura de Mauá, Veríssimo se prepara para ser pela primeira vez candidato no município – sua mãe, Celcina Fernandes, e seu irmão, Rômulo Fernandes, já foram vereadores da cidade.

Na visão do pré-candidato, Mauá sofre pelo fato de o governo Atila ter sido marcado pelas denúncias de corrupção. “Com um ano e quatro meses de administração, o Atila foi preso, envolvido em questões de natureza ética. Retornou à Prefeitura e foi preso de novo. Nada justifica na casa de um secretário ter R$ 500 mil. Nada se justifica na casa de um prefeito ter R$ 80 mil e em uma panela. É algo atípico porque ninguém deixa dinheiro na panela. O mandato de Mauá tem quatro anos e nesse período nada aconteceu. A cidade perdeu e está perdendo quatro anos de administração.”

Veríssimo citou as duas operações da PF (Polícia Federal) – Prato Feito e Trato Feito – que atingiram em cheio o governo do socialista. Atila foi acusado pelo MPF (Ministério Público Federal) e pela PF de chefiar esquema de desvio de recursos públicos em contratos da merenda escolar e de comprar apoio de vereadores na Câmara. O prefeito chegou a ser cassado, mas obteve vitórias na Justiça para retornar ao cargo e anular o impeachment. O secretário lembrado pelo pré-candidato é João Gaspar (PCdoB), então titular da pasta de Governo, apontado pelo MPF como principal operador do suposto esquema.

O mote ético é uma das diretrizes da pré-campanha do pessedista. Tanto que, segundo o político, tem aumentado o interesse popular sobre suas propostas, mesmo a despeito da pandemia do novo coronavírus, que impediu que reuniões presenciais fossem realizadas. “Tenho recebido apoio de muita gente. Pela internet tenho feito trabalho intenso, lives, vídeos. A internet tem me ajudado nisso. Tenho recebido retorno muito melhor do que eu esperava. Percebo que a minha pré-campanha cresce.” 



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Veríssimo diz que há falhas em outros contratos de Atila

Autor de denúncia sobre hospital de campanha de Mauá, pré-candidato do PSD avisa que já identificou erros nas áreas da saúde e habitação

Evaldo Novelini
Do Diário do Grande ABC

22/05/2020 | 00:01


Pré-candidato do PSD à Prefeitura de Mauá, João Veríssimo avisou que analisa a situação de outros contratos suspeitos do governo do prefeito Atila Jacomussi (PSB). O pessedista foi quem denunciou ao Ministério Público indícios de irregularidades no hospital de campanha montado no estacionamento do Paço.

O ex-juiz de direito argumentou que outros apontamentos suspeitos sobre o equipamento provisório no combate à Covid-19 chegaram a seu conhecimento, bem como acordos firmados pelo socialista para construção de moradias e regularização fundiária.

“Sobre o hospital de campanha, o termo de referência é totalmente irregular. Vou estudar e vou encaminhar para o Tribunal de Contas apurar as irregularidades. Dei uma primeira olhada no termo, que tem 86 folhas, e já vi que há coisas irregulares. Vou encaminhar também ao Ministério Público”, disse o pessedista, sem se adiantar sobre quais falhas existem no documento. “Tenho também estudado algumas situações em relação a moradias em Mauá. Existem algumas situações irregulares, patrocinadas por agentes públicos, embora eu não tenha identificado quem são.”

Após décadas na magistratura e breve passagem na Prefeitura de Mauá, Veríssimo se prepara para ser pela primeira vez candidato no município – sua mãe, Celcina Fernandes, e seu irmão, Rômulo Fernandes, já foram vereadores da cidade.

Na visão do pré-candidato, Mauá sofre pelo fato de o governo Atila ter sido marcado pelas denúncias de corrupção. “Com um ano e quatro meses de administração, o Atila foi preso, envolvido em questões de natureza ética. Retornou à Prefeitura e foi preso de novo. Nada justifica na casa de um secretário ter R$ 500 mil. Nada se justifica na casa de um prefeito ter R$ 80 mil e em uma panela. É algo atípico porque ninguém deixa dinheiro na panela. O mandato de Mauá tem quatro anos e nesse período nada aconteceu. A cidade perdeu e está perdendo quatro anos de administração.”

Veríssimo citou as duas operações da PF (Polícia Federal) – Prato Feito e Trato Feito – que atingiram em cheio o governo do socialista. Atila foi acusado pelo MPF (Ministério Público Federal) e pela PF de chefiar esquema de desvio de recursos públicos em contratos da merenda escolar e de comprar apoio de vereadores na Câmara. O prefeito chegou a ser cassado, mas obteve vitórias na Justiça para retornar ao cargo e anular o impeachment. O secretário lembrado pelo pré-candidato é João Gaspar (PCdoB), então titular da pasta de Governo, apontado pelo MPF como principal operador do suposto esquema.

O mote ético é uma das diretrizes da pré-campanha do pessedista. Tanto que, segundo o político, tem aumentado o interesse popular sobre suas propostas, mesmo a despeito da pandemia do novo coronavírus, que impediu que reuniões presenciais fossem realizadas. “Tenho recebido apoio de muita gente. Pela internet tenho feito trabalho intenso, lives, vídeos. A internet tem me ajudado nisso. Tenho recebido retorno muito melhor do que eu esperava. Percebo que a minha pré-campanha cresce.” 

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