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Cuidado para não se iludir


Juliana Ravelli
Do Diário do Grande ABC

17/07/2011 | 07:00


Cuidado nunca é demais. Afinal, não é porque a roupa no brechó é barata, que vai desperdiçar dinheiro comprando qualquer coisa para usar apenas uma vez. Não é bacana investir em peças íntimas, malharia e camisetas - a não ser que tenham estampa específica que você queira. Também é difícil encontrar sapato bom sem cara de surrado.

Em compensação, pode-se abusar dos jeans, jaquetas, calcas, vestidos, blazeres e casacos. Segundo a consultora de moda Danielle Jucá, os brechós são ricos em acessórios, como carteiras, pulseiras e colares. "Dá para fazer visual superlegal."

Só não dá para esquecer de checar bem o estado do tecido e da costura. Alguns probleminhas podem ser consertados em casa; outros nem compensa. E nada de usar as roupas sem lavar, mesmo que muitos brechós tenham o hábito de colocar à venda apenas produtos limpos. Caso a peça seja delicada, é aconselhável mandá-la à lavanderia.

 

Brechó tem até alta costura

O estilista brasileiro Alexandre Herchcovitch já declarou sua simpatia pela compra em brechós, que considera opção inteligente. Na sua opinião, principalmente as crianças deveriam vestir mais roupas desses locais, pois crescem rápido demais e logo perdem as peças (a maioria novas).

Segundo Herchcovitch, ainda existe muito preconceito no Brasil em relação a essas lojas; bem diferente do que acontece com europeus e norte-americanos, grandes adeptos dos brechós. Lá, há muito tempo esses espaços deixaram de ser sinônimos de coisa velha.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os estabelecimentos se assemelham a verdadeiras lojas de luxo, tamanho o cuidado com o segmento. "Os próprios brasileiros quando viajam compram nesses brechós com muito mais desenvoltura do que o fazem no Brasil", afirma Jaqueline Araujo, da Olhar Estratégia de Imagem.

Mas mesmo no País, é possível encontrar brechós bem sofisticados. É o caso do Trash Chic (www.trashchic.com.br), em São Paulo, que vende roupas de grife e, portanto, caras, como os vestidos de Diane Von Furstenberg e os de Christian Dior. Grande parte dos brechós brasileiros também toma cuidado com as peças que comercializa. Além de selecionar os produtos que vai expor, lava tudo antes.



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