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20 ferroadas por dia é o preço de ser apicultor


Vanessa Selicani
Especial para o Diário

30/12/2007 | 07:04


Vinte ferrões por dia é o preço para ser um caçador de abelhas. A pele se acostuma à dor depois de alguns anos, garantem os especialistas. E o veneno também já não faz mais efeito, dizem.

Quem tem como profissão não só criar abelhas, mas também retirar colméias, aprende a conviver e respeitar o inseto.

O trabalho é duro. Em um dia, Antônio Pandovani Júnior, 51 anos, o Toninho das Abelhas, de São Caetano, diz fazer cinco remoções em toda a Região Metropolitana de São Paulo. Já o salário varia muito. Fernando Benyhe, 68 anos, de Mauá, e Francisco Eudes de Souza, 41, não cobram nada pela remoção.

Toninho cobra uma taxa de R$ 100, que diz não exigir dos clientes que não têm condições financeiras. A retirada das colméias rende mais dinheiro do que a criação das abelhas e a fabricação de mel por mês.

Em outubro, foi ele quem retirou a colméia no bairro Centreville, em Santo André, onde um homem morreu após levar cerca de 150 ferroadas.

Desde 1995, quando foi proibido o extermínio das abelhas, os apicultores encontraram na remoção de colméias chances até de remuneração.Eles não se intimidam com uma chuva de abelhas. Na retirada das colméias, ficam completamente tomados pelos insetos.


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20 ferroadas por dia é o preço de ser apicultor

Vanessa Selicani
Especial para o Diário

30/12/2007 | 07:04


Vinte ferrões por dia é o preço para ser um caçador de abelhas. A pele se acostuma à dor depois de alguns anos, garantem os especialistas. E o veneno também já não faz mais efeito, dizem.

Quem tem como profissão não só criar abelhas, mas também retirar colméias, aprende a conviver e respeitar o inseto.

O trabalho é duro. Em um dia, Antônio Pandovani Júnior, 51 anos, o Toninho das Abelhas, de São Caetano, diz fazer cinco remoções em toda a Região Metropolitana de São Paulo. Já o salário varia muito. Fernando Benyhe, 68 anos, de Mauá, e Francisco Eudes de Souza, 41, não cobram nada pela remoção.

Toninho cobra uma taxa de R$ 100, que diz não exigir dos clientes que não têm condições financeiras. A retirada das colméias rende mais dinheiro do que a criação das abelhas e a fabricação de mel por mês.

Em outubro, foi ele quem retirou a colméia no bairro Centreville, em Santo André, onde um homem morreu após levar cerca de 150 ferroadas.

Desde 1995, quando foi proibido o extermínio das abelhas, os apicultores encontraram na remoção de colméias chances até de remuneração.Eles não se intimidam com uma chuva de abelhas. Na retirada das colméias, ficam completamente tomados pelos insetos.

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