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Exame revela que 6 policiais não atiraram em chacina


Luciano Cavenagui
Do Diário do Grande ABC

29/07/2005 | 08:17


Exame residuográfico realizado em seis policiais militares acusados de participar da chacina ocorrida na noite do último dia 4 no Jardim Portinari, em Diadema, revela que nenhum deles disparou contra as vítimas. Foram assassinados mãe e dois filhos.

O laudo elaborado pelo IC (Instituto de Criminalística) foi apresentado quinta-feira à Delegacia de Homicídios de Diadema. O exame era necessário para atestar o que testemunhas já relataram: que o autor dos disparos foi o sargento Ricardo Silva dos Santos, 40 anos. Os outros policiais, porém, são acusados de terem participado da chacina, pois nada fizeram para impedi-la.

O exame residuográfico não pôde ser feito no sargento, pois as armas que ele teria utilizado, um revólver 38 e uma pistola .40, não foram apreendidas pela polícia. Faltam ainda os resultados de exames balísticos e do laudo da reconstituição do crime, realizada na última terça-feira. O resultado deve sair na próxima semana.

O sargento e os PMs Janderson Páscoa Neves, Valmir Rogério de Andrade, Daniel Quintino de Oliveira Filho, Sebastião Faria Pinto, Edson Arão Prudêncio e Renato Pereira dos Santos estão presos no presídio Romão Gomes, especial para policiais militares, localizado na zona Norte de São Paulo.

No triplo homicídio, morreram a mãe, a faxineira Maria Rodrigues de Faria, 50 anos, e os filhos, o estudante Fábio Rodrigues Francisco, 15, e o desempregado Eduardo Rodrigues Francisco, 24.



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Exame revela que 6 policiais não atiraram em chacina

Luciano Cavenagui
Do Diário do Grande ABC

29/07/2005 | 08:17


Exame residuográfico realizado em seis policiais militares acusados de participar da chacina ocorrida na noite do último dia 4 no Jardim Portinari, em Diadema, revela que nenhum deles disparou contra as vítimas. Foram assassinados mãe e dois filhos.

O laudo elaborado pelo IC (Instituto de Criminalística) foi apresentado quinta-feira à Delegacia de Homicídios de Diadema. O exame era necessário para atestar o que testemunhas já relataram: que o autor dos disparos foi o sargento Ricardo Silva dos Santos, 40 anos. Os outros policiais, porém, são acusados de terem participado da chacina, pois nada fizeram para impedi-la.

O exame residuográfico não pôde ser feito no sargento, pois as armas que ele teria utilizado, um revólver 38 e uma pistola .40, não foram apreendidas pela polícia. Faltam ainda os resultados de exames balísticos e do laudo da reconstituição do crime, realizada na última terça-feira. O resultado deve sair na próxima semana.

O sargento e os PMs Janderson Páscoa Neves, Valmir Rogério de Andrade, Daniel Quintino de Oliveira Filho, Sebastião Faria Pinto, Edson Arão Prudêncio e Renato Pereira dos Santos estão presos no presídio Romão Gomes, especial para policiais militares, localizado na zona Norte de São Paulo.

No triplo homicídio, morreram a mãe, a faxineira Maria Rodrigues de Faria, 50 anos, e os filhos, o estudante Fábio Rodrigues Francisco, 15, e o desempregado Eduardo Rodrigues Francisco, 24.

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