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Banco de Alimentos quer recorde de arrecadação


Especial para o Diário
Henrique Munhos

26/02/2011 | 07:07


Depois de bater recordes de arrecadação em 2010, os bancos municipais de alimentos de Santo André e Diadema querem ampliar ainda mais os estoques. No ano passado, juntos, acumularam 2.162 toneladas em doações, que abasteceram 195 entidades.

Santo André conta com o Banco de Alimentos desde 2000. Toda quantidade arrecadada é distribuída para 119 entidades cadastradas, entre creches, albergues, abrigos, programas educacionais, comunidades terapêuticas, refeitórios comunitários, além de famílias carentes. Cerca de 31 mil pessoas são auxiliadas pelo projeto.

No ano passado, a cidade arrecadou 1.351 toneladas "Queremos quebrar esse recorde em 2011. Estamos trabalhando duro e buscando novas parcerias para atingir esse objetivo", contou a supervisora de segurança alimentar do Banco de Alimentos de Santo André, Patrícia Veras.

Segundo a supervisora, a quantidade de alimentos doados sem condições de aproveitamento não ultrapassa os 10%.

Em Diadema, o programa é realizado desde 2003. No ano passado, arrecadou 811 toneladas de alimentos, que beneficiaram, em média, 16 mil pessoas por mês.

A assistente da Secretaria de Segurança Alimentar de Diadema, Luci Iulina, explicou que o desafio é conscientizar as empresas para doarem os alimentos que não têm valor comercial, mas podem ser consumidos. A meta é beneficiar mais dez entidades - atualmente são 76 - e ampliar em 15% o número de produtos arrecadados.

A maioria dos alimentos doados em ambos os municípios é de verduras, legumes e frutas. Carne e leite são itens que chegam em menor quantidade a Santo André - Diadema não aceita doações de carne.

 

 

Serviço: Banco de Alimentos de Santo André: Avenida dos Estados, 2.195, bairro Santa Terezinha. Telefone: 4996-9500.

Banco de Alimentos de Diadema: Rua Procópio Ferreira, 88, Centro. Telefone: 4057-8008

 

Doações ajudam a manter entidades

 

"Seria muito difícil manter nossa associação sem a ajuda do Banco de Alimentos." A declaração de Adriana de Souza, 33 anos, auxiliar administrativa da creche João XXIII, em Santo André, reflete o sentimento das entidades que contam com as doações para se manter em funcionamento.

Adriana contou que cerca de 70% dos alimentos doados à instituição chegam do programa.

A coordenadora da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Santo André, Isaura Farias, 65, afirmou que a entidade consegue fazer doações às famílias carentes graças aos alimentos do banco. "Recebemos cestas básicas esporadicamente. Já a doação do Banco de Alimentos é regular, toda semana recebemos. "

Em Diadema, o presidente da Associação dos Moradores do Núcleo Vila Nova Conquista, Raimundo Nonato, contou que 55 famílias necessitadas recebem alimentos provenientes do banco, semanalmente. "Ajudamos aqueles que estão desempregados, além de idosos e deficientes".

O presidente da associação disse perceber a alegria da população quando chega o momento de receber a comida. "É muito bom ver a cara de felicidade dessas pessoas, que não têm condições de comprar uma banana ou uma maçã", constatou.

A maioria das doações é feita por empresas, mas pessoas físicas também podem colaborar com o programa.



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Banco de Alimentos quer recorde de arrecadação

Especial para o Diário
Henrique Munhos

26/02/2011 | 07:07


Depois de bater recordes de arrecadação em 2010, os bancos municipais de alimentos de Santo André e Diadema querem ampliar ainda mais os estoques. No ano passado, juntos, acumularam 2.162 toneladas em doações, que abasteceram 195 entidades.

Santo André conta com o Banco de Alimentos desde 2000. Toda quantidade arrecadada é distribuída para 119 entidades cadastradas, entre creches, albergues, abrigos, programas educacionais, comunidades terapêuticas, refeitórios comunitários, além de famílias carentes. Cerca de 31 mil pessoas são auxiliadas pelo projeto.

No ano passado, a cidade arrecadou 1.351 toneladas "Queremos quebrar esse recorde em 2011. Estamos trabalhando duro e buscando novas parcerias para atingir esse objetivo", contou a supervisora de segurança alimentar do Banco de Alimentos de Santo André, Patrícia Veras.

Segundo a supervisora, a quantidade de alimentos doados sem condições de aproveitamento não ultrapassa os 10%.

Em Diadema, o programa é realizado desde 2003. No ano passado, arrecadou 811 toneladas de alimentos, que beneficiaram, em média, 16 mil pessoas por mês.

A assistente da Secretaria de Segurança Alimentar de Diadema, Luci Iulina, explicou que o desafio é conscientizar as empresas para doarem os alimentos que não têm valor comercial, mas podem ser consumidos. A meta é beneficiar mais dez entidades - atualmente são 76 - e ampliar em 15% o número de produtos arrecadados.

A maioria dos alimentos doados em ambos os municípios é de verduras, legumes e frutas. Carne e leite são itens que chegam em menor quantidade a Santo André - Diadema não aceita doações de carne.

 

 

Serviço: Banco de Alimentos de Santo André: Avenida dos Estados, 2.195, bairro Santa Terezinha. Telefone: 4996-9500.

Banco de Alimentos de Diadema: Rua Procópio Ferreira, 88, Centro. Telefone: 4057-8008

 

Doações ajudam a manter entidades

 

"Seria muito difícil manter nossa associação sem a ajuda do Banco de Alimentos." A declaração de Adriana de Souza, 33 anos, auxiliar administrativa da creche João XXIII, em Santo André, reflete o sentimento das entidades que contam com as doações para se manter em funcionamento.

Adriana contou que cerca de 70% dos alimentos doados à instituição chegam do programa.

A coordenadora da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Santo André, Isaura Farias, 65, afirmou que a entidade consegue fazer doações às famílias carentes graças aos alimentos do banco. "Recebemos cestas básicas esporadicamente. Já a doação do Banco de Alimentos é regular, toda semana recebemos. "

Em Diadema, o presidente da Associação dos Moradores do Núcleo Vila Nova Conquista, Raimundo Nonato, contou que 55 famílias necessitadas recebem alimentos provenientes do banco, semanalmente. "Ajudamos aqueles que estão desempregados, além de idosos e deficientes".

O presidente da associação disse perceber a alegria da população quando chega o momento de receber a comida. "É muito bom ver a cara de felicidade dessas pessoas, que não têm condições de comprar uma banana ou uma maçã", constatou.

A maioria das doações é feita por empresas, mas pessoas físicas também podem colaborar com o programa.

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