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Muda o perfil da população idosa


Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

23/11/2008 | 07:07


A qualidade de vida melhora a cada ano. Dançar, passear e estudar estão na lista de prioridades deste grupo que aumenta nas estatísticas a cada década. São os ‘jovens' da terceira idade. Esta faixa da população está cada vez mais ativa. Dormir e reclamar de dor é coisa do passado. Pelo menos para algumas pessoas que levam a vida da melhor maneira possível: sorrindo e se divertindo.

Há uma clara tendência indicando o aumento progressivo da população de idosos nas próximas décadas. Nos anos de 1950, a expectativa de vida de um brasileiro era de 43 anos. Hoje está em torno de 73 anos.

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que o Brasil deverá ter a sexta população mais idosa do planeta em 2025 com 34 milhões de pessoas com mais de 70 anos, o que representará 14% de nossa população.

No início do século passado, somente 4% da população atingia os 65 anos de vida nos Estados Unidos, por exemplo, sendo que na década de 1980 observou-se que 12% já atingia essa idade. Estima-se que até 2025 ocorrerá um aumento de 30% na população de idosos do primeiro mundo, o que representará cerca de 25% dos adultos.

Especialistas afirmam que esta tendência se deve ao fato do grande desenvolvimento da medicina neste século, tanto no que diz respeito ao processo curativo quanto à prevenção de doenças. "Por pior que seja a saúde pública, as pessoas têm mais acesso a medicamentos. A preocupação com o bem-estar do idoso é outro fator que favorece o envelhecimento da população", afirma o clínico-geral e colunista do Diário, Léo Khan.

Outro fator que contribuiu para o envelhecimento dos brasileiros é a queda na taxa de fecundidade observada nos últimos anos. "Na década de 1960, o número de filhos por mulher era de cinco e atualmente caiu para dois. Estas crianças tendem a viver mais, já que o número de vacinas preventivas e a gama de medicamentos aumentam a cada dia. Além disso, existem vários programas que estimulam a capacidade física do idoso", explica Clineu Almada Filho, geriatra da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).



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