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Tarifaço aperta orçamentos em julho


Do Diário do Grande ABC

02/07/2005 | 07:48


Julho começa com série de aumentos em tarifas que vão pesar no bolso de consumidores residenciais e industriais. A energia elétrica terá reajuste de até 15,24% para consumidores de alta tensão, como fábricas de diversos segmentos - entre os que mais consomem estão as montadoras, indústrias de máquinas e de transformação em geral, setores com forte presença no Grande ABC -, a partir desta segunda-feira.

O pedágio já está 9,075% mais caro desde o dia 1º e passou de R$ 13,40 para R$ 14,80 no sistema Anchieta-Imigrantes. Amanhã, sobem os telefones: a cesta básica sofrerá aumento médio de 7,26%. Os combustíveis serão reajustados de 10% a 12%, no caso do álcool, e de 1,5% a 2%, no caso da gasolina.

O novo preço da energia para as indústrias deve representar pressão extra sobre os custos das empresas. Representantes do setor industrial da região afirmam que parte dessa elevação deverá ser repassada aos preços.

Para o consumidor comum, orçamento mensal estará mais apertado. De acordo com estimativa inicial de Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), uma família de baixa renda, com renda mensal de até três salários mínimos, terá um acréscimo de até 10% nas despesas do mês. Já os custos de uma família de classe média podem subir até 3%.


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Tarifaço aperta orçamentos em julho

Do Diário do Grande ABC

02/07/2005 | 07:48


Julho começa com série de aumentos em tarifas que vão pesar no bolso de consumidores residenciais e industriais. A energia elétrica terá reajuste de até 15,24% para consumidores de alta tensão, como fábricas de diversos segmentos - entre os que mais consomem estão as montadoras, indústrias de máquinas e de transformação em geral, setores com forte presença no Grande ABC -, a partir desta segunda-feira.

O pedágio já está 9,075% mais caro desde o dia 1º e passou de R$ 13,40 para R$ 14,80 no sistema Anchieta-Imigrantes. Amanhã, sobem os telefones: a cesta básica sofrerá aumento médio de 7,26%. Os combustíveis serão reajustados de 10% a 12%, no caso do álcool, e de 1,5% a 2%, no caso da gasolina.

O novo preço da energia para as indústrias deve representar pressão extra sobre os custos das empresas. Representantes do setor industrial da região afirmam que parte dessa elevação deverá ser repassada aos preços.

Para o consumidor comum, orçamento mensal estará mais apertado. De acordo com estimativa inicial de Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), uma família de baixa renda, com renda mensal de até três salários mínimos, terá um acréscimo de até 10% nas despesas do mês. Já os custos de uma família de classe média podem subir até 3%.

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