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Em 13 Estados e DF a disputa segue

No Amazonas, Ceará, Pará e Paraíba as diferenças nos percentuais de votação foram mínimas entre os candidatos que vão concorrer no segundo turno


Andréa Ciaffone
Marcela Munhoz

06/10/2014 | 07:14


Rio de Janeiro está na lista dos Estados em que a população terá de voltar às urnas para escolher o governador. Estão na disputa Luiz Fernando Pezão (PMDB), que conquistou 40,57% dos votos, enquanto Marcelo Crivella (PRB), alcançou os 20,26%.

No Rio Grande do Sul, o eleitorado se dividiu entre três nomes. José Ivo Sartori (PMDB) foi o mais votado, com 40,40%, e disputa o segundo turno com Tarso Genro (PT), que obteve 32,57%. A terceira colocada teve votação significativa. Ana Amelia Lemos (PP) conseguiu 21,79%. O Distrito Federal teve Rollemberg (PSB), com 45,23% e Jofran Frejat (PR), com 27,97 %.

Em alguns Estados a diferença entre os candidatos foi realmente pequena. No Amazonas tanto Eduardo Braga (PMD) quanto José Melo (PROS) tiveram a média de 43% da preferência dos eleitores, diferindo apenas em centésimos. No Ceará, o que também se viu foi uma disputa apertada. A diferença ficou em pouco mais de 1% entre os candidatos Camilo (PT) e Eunício (PMDB) – 47,81% e 46,41%, respectivamente.

O Pará é outro exemplo de eleitorado dividido. Helder Barbalho (PMDB) obteve 49,88%, enquanto Simão Jatene (PSDB) chegou aos 48,48%. Na Paraíba a diferença entre os candidatos Cassio Cunha Lima (PSDB) e Ricardo Coutinho (PSB) foi de menos de 1,4% (47,44% e 46,05%, respectivamente), o que indica a polarização dos eleitores entre as duas propostas.

Rondônia foi um dos Estados em que a votação foi bem distribuída. Na liderança ficaram Confucio Moura (PMDB), com 35,86% , e Expedito Júnior (PSDB), com 35,42%. Jaqueline Cassol (PR), 15,11%, e Padre Ton (PT), 12,64%, estão fora da disputa. Embora não estejam mais na corrida eleitoral, seus eleitores podem definir quem levará o governo do Estado.

O Acre estava muito perto de definir quem ocuparia a cadeira de governador no primeiro turno. O petista Tião Viana surpreendeu na reta final, alcançando 49,73% dos votos – para vencer na votação inicial era preciso chegar aos 50% mais um voto. Viana concorre com Márcio Bittar (PSDB), que obteve 30,10% dos votos. Agora tudo vai depender da escolha que os eleitores do terceiro colocado, Bocalom (DEM), que registrou 19,61%, fizerem no dia 26.

Mais de 5% foi a diferença dos votos entre os candidatos a governador do Rio Grande do Norte. Henrique Alves (PMDB) alcançou os 47,34% e Robinson Faria (PSD), os 42,04%, adiando a definição da disputa. Em cenário como este, as alianças políticas podem fazer toda a diferença.

Em Roraima, por erro do TSE, o nome de Suely Campos (PP) não figurou na apuração. Ela está no segundo turno contra Chico Rodrigues (PSB).

Maior parte do País define os governadores no primeiro turno

Maiores colégios eleitorais do País, São Paulo e Minas Gerais já elegeram seus governadores. Em São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) continua no Palácio do Bandeirantes. Ele conquistou 57,31% dos paulistas. Em segundo lugar, Paulo Skaf (PMDB) registrou 21,53%, e Padilha (PT), 18,22%.

Em Minas Gerais, a disputa foi acirrada. Fernando Pimentel (PT) ganhou o pleito com 52,98%, contra 41,89% de Pimenta da Veiga (PSDB).

Outra vitória apertada foi em Santa Catarina, onde Raimundo Colombo (PSD) somou 51,36%, suficientes para se eleger. Paulo Bauer (PSDB), com 29,90%, e Claudio Vignatti (PT), com 15,56%, foram o segundo e o terceiro colocados.

Mato Grosso escolheu Pedro Taques (PDT). O candidato venceu a disputa com 57,25% dos votos, enquanto Lúdio Cabral (PT) ficou com 32,45%.

O postulante que teve a votação mais expressiva no primeiro turno foi Paulo Câmara (PSB), que venceu a disputa pelo governo de Pernambuco com 68,08% dos votos válidos. O segundo colocado, Armando Monteiro (PTB), chegou aos 31,07%.

No Paraná, 55,67% do eleitorado foram às urnas escolher o tucano Beto Richa, que fechou a eleição à frente de Roberto Requião (PMDB), com 27,56%, e da ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT), com 14,87%.

Embora tenha sido um dos últimos Estados a concluírem a apuração, a população da Bahia já havia se adiantado ao definir seu governador na primeira votação. Rui Costa (PT) foi eleito.  



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