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Primeiro-ministro haitiano pede calma à população


Da AFP

08/09/2004 | 22:04


O primeiro-ministro haitiano, Gérard Latortue, que enfrenta há dias a tomada de prédios públicos no Haiti por ex-militares, pediu calma à população nesta quarta-feira, ressaltando seu empenho em obter uma solução negociada para a questão.

Latortue afirmou que seu governo privilegia a negociação com "os que usam a força para ocupar os prédios públicos", embora tenha declarado que "o uso da força é ilegal e isso é uma provocação".

E o premiê prosseguiu: "nós poderíamos, mas decidimos não usar a força. Neste período de crise, é oportuno lançar um apelo à calma a todos os haitianos", convocando o povo a se unir na reconstrução do país.

A missão de estabilização da ONU (Organização das Nações Unidas) no Haiti, a Minutsah, liderada atualmente pelo Brasil, manifestou sua disponibilidade para ajudar o governo a restabelecer a autoridade do Estado, abalada pelo movimento dos ex-militares, que reivindicam sua reintegração ao Exército, dissolvido em 1995.

Na terça-feira, em Porto Príncipe, capital, conflitos entre uma patrulha policial e ex-militares deixaram dois mortos e um ferido.

Em represália, ex-militares seqüestraram quatro policiais nesta quarta-feira em Petit-Goave (70 km a sudoeste da capital), mas logo depois os libertaram, segundo as rádios locais.

Outro policial foi seqüestrado por ex-militares em Mirebalais (centro), após um ataque contra a delegacia dessa cidade, informou na noite desta quarta-feira a própria polícia.



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Primeiro-ministro haitiano pede calma à população

Da AFP

08/09/2004 | 22:04


O primeiro-ministro haitiano, Gérard Latortue, que enfrenta há dias a tomada de prédios públicos no Haiti por ex-militares, pediu calma à população nesta quarta-feira, ressaltando seu empenho em obter uma solução negociada para a questão.

Latortue afirmou que seu governo privilegia a negociação com "os que usam a força para ocupar os prédios públicos", embora tenha declarado que "o uso da força é ilegal e isso é uma provocação".

E o premiê prosseguiu: "nós poderíamos, mas decidimos não usar a força. Neste período de crise, é oportuno lançar um apelo à calma a todos os haitianos", convocando o povo a se unir na reconstrução do país.

A missão de estabilização da ONU (Organização das Nações Unidas) no Haiti, a Minutsah, liderada atualmente pelo Brasil, manifestou sua disponibilidade para ajudar o governo a restabelecer a autoridade do Estado, abalada pelo movimento dos ex-militares, que reivindicam sua reintegração ao Exército, dissolvido em 1995.

Na terça-feira, em Porto Príncipe, capital, conflitos entre uma patrulha policial e ex-militares deixaram dois mortos e um ferido.

Em represália, ex-militares seqüestraram quatro policiais nesta quarta-feira em Petit-Goave (70 km a sudoeste da capital), mas logo depois os libertaram, segundo as rádios locais.

Outro policial foi seqüestrado por ex-militares em Mirebalais (centro), após um ataque contra a delegacia dessa cidade, informou na noite desta quarta-feira a própria polícia.

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