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Candidatos à indicação para presidência dos EUA debatem na TV


Da AFP

02/05/2007 | 10:14


Dez candidatos em potencial à chapa republicana às eleições presidenciais americanas de 2008 se enfrentarão nesta quinta-feira em um primeiro debate televisivo que dará aos favoritos Rudolph Giuliani e John McCain a oportunidade de seduzir um eleitorado conservador hesitante.

A nove meses das primárias republicanas, que definirão o candidato do partido do presidente George W. Bush para disputar a Casa Branca, o ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani e o senador McCain debaterão com oito políticos republicanos menos conhecidos ou com menos credibilidade na Califórnia, na biblioteca presidencial construída em memória do ex-presidente Ronald Reagan, herói da causa republicana.

"Há muito em jogo. Nenhum republicano conseguiu se posicionar como um candidato aceitável", comentou o cientista político Alan Lichtman, professor da American University.

Para Giuliani, atual favorito com 30% a mais das intenções de voto que seu rival mais próximo, segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo instituto Rasmussen, trata-se de fortalecer sua credibilidade para confirmar uma popularidade que muitos analistas consideram excessivamente superficial.

"É conhecido apenas pelo seu papel após o 11 de setembro" de 2001, quando tomou firmemente as rédeas de uma Nova York traumatizada pela queda das torres gêmeas do World Trade Center, enfatizou Lichtman. Para o eleitorado republicano, é "muito de esquerda em questões sociais", e sua tumultuada vida pessoal pode incomodar a muitos.

Para seu concorrente, John McCain, que em 2000 chegou a ficar muito próximo da candidatura republicana, trata-se de quebrar o círculo vicioso de pesquisas ruins (14% das intenções de voto segundo Rasmussen) e resultados decepcionantes em sua campanha para arrecadar fundos eleitorais.

"Para ele é a oportunidade de subir uma posição", disse David Corbin, professor da Universidade de New Hampshire. "Caso ele recupere o que foi seu trunfo (na campanha de 2000) - não tanto o que dizia, mas como dizia -, poderá passar seu estilo e sua mensagem" de firmeza na guerra no Iraque, e estar na mesma freqüência que a maioria dos eleitores republicanos.

Quanto ao terceiro na disputa, o mórmon e bem-sucedido empresário e governador de Massachusetts, Mitt Romney, enfrenta o desafio de provar que não é alguém que "muda de time" quando lhe convém, comentou Corbin.

Lichtman considera que Romney se destacará assumindo posições ultraconservadoras. Em geral, os analistas coincidem em que o debate sobre o Iraque será essencial.



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Candidatos à indicação para presidência dos EUA debatem na TV

Da AFP

02/05/2007 | 10:14


Dez candidatos em potencial à chapa republicana às eleições presidenciais americanas de 2008 se enfrentarão nesta quinta-feira em um primeiro debate televisivo que dará aos favoritos Rudolph Giuliani e John McCain a oportunidade de seduzir um eleitorado conservador hesitante.

A nove meses das primárias republicanas, que definirão o candidato do partido do presidente George W. Bush para disputar a Casa Branca, o ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani e o senador McCain debaterão com oito políticos republicanos menos conhecidos ou com menos credibilidade na Califórnia, na biblioteca presidencial construída em memória do ex-presidente Ronald Reagan, herói da causa republicana.

"Há muito em jogo. Nenhum republicano conseguiu se posicionar como um candidato aceitável", comentou o cientista político Alan Lichtman, professor da American University.

Para Giuliani, atual favorito com 30% a mais das intenções de voto que seu rival mais próximo, segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo instituto Rasmussen, trata-se de fortalecer sua credibilidade para confirmar uma popularidade que muitos analistas consideram excessivamente superficial.

"É conhecido apenas pelo seu papel após o 11 de setembro" de 2001, quando tomou firmemente as rédeas de uma Nova York traumatizada pela queda das torres gêmeas do World Trade Center, enfatizou Lichtman. Para o eleitorado republicano, é "muito de esquerda em questões sociais", e sua tumultuada vida pessoal pode incomodar a muitos.

Para seu concorrente, John McCain, que em 2000 chegou a ficar muito próximo da candidatura republicana, trata-se de quebrar o círculo vicioso de pesquisas ruins (14% das intenções de voto segundo Rasmussen) e resultados decepcionantes em sua campanha para arrecadar fundos eleitorais.

"Para ele é a oportunidade de subir uma posição", disse David Corbin, professor da Universidade de New Hampshire. "Caso ele recupere o que foi seu trunfo (na campanha de 2000) - não tanto o que dizia, mas como dizia -, poderá passar seu estilo e sua mensagem" de firmeza na guerra no Iraque, e estar na mesma freqüência que a maioria dos eleitores republicanos.

Quanto ao terceiro na disputa, o mórmon e bem-sucedido empresário e governador de Massachusetts, Mitt Romney, enfrenta o desafio de provar que não é alguém que "muda de time" quando lhe convém, comentou Corbin.

Lichtman considera que Romney se destacará assumindo posições ultraconservadoras. Em geral, os analistas coincidem em que o debate sobre o Iraque será essencial.

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