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Bolsas de NY fecham em baixa, com cautela sobre tensões EUA-China e covid-19

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


19/06/2020 | 18:09


As bolsas de Nova York chegaram a subir, com notícia positiva para o comércio entre Estados Unidos e China e ações do setor de energia apoiadas pela força do petróleo. Ao longo do pregão, porém, perderam fôlego, após o governo americano voltar a atacar Pequim e em meio a temores de uma nova onda de casos da covid-19, que poderia atrapalhar a recuperação econômica, o que resultou em fechamento misto nesta sexta-feira, 19.

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,80%, a 25.871,46 pontos, o S&P 500 caiu 0,56%, a 3.097,74 pontos, e o Nasdaq registrou alta modesta, de 0,03%, a 9.946,12 pontos. Na comparação semanal, o Dow Jones subiu 1,04%, o S&P 500 avançou 1,86% e o Nasdaq teve alta de 3,73%.

Os relatos de que a China atuava para aumentar as compras de produtos agrícolas americanos apoiaram o humor, no início do dia. Mas o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, mostrou tom de desafio duro em relação a Pequim, dizendo que os americanos poderiam "desafiar qualquer ameaça militar" da China e voltando a criticá-la por supostamente esconder dados sobre o novo coronavírus.

Em meio às declarações, as bolsas de Nova York perderam força. Além disso, Apple caiu 0,57%, após a empresa informar que terá de fechar temporariamente 11 lojas em alguns Estados americanos por causa da disseminação da covid-19. Isso reforçou temores sobre novas ondas de contágio e seus impactos na atividade. Operadoras de cruzeiro também foram penalizadas, após terem estendido por mais três meses a suspensão de suas atividades, a ação da Carnival em baixa de 5,26%, Royal Caribbean de 6,72% e Norwegian Cruise, de 5,64%.

O comando da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou hoje que a pandemia entra em uma "fase perigosa", com países desejosos de reabrir suas economias, mas ainda riscos de que a doença se dissemine mais e faça novas vítimas, com grande parte da população mundial ainda suscetível. Com isso, a entidade disse que, se houver riscos aos sistemas de saúde, os países precisarão agir, sugerindo que podem ser necessárias em alguns casos mais medidas para controlar a situação.

Entre algumas ações importantes, Boeing caiu 2,74%, pressionando o Dow Jones, Caterpillar recuou 0,10% e Citigroup, 0,23%. Alphabet perdeu 0,66%, mas Amazon subiu 0,79%.

Na semana, a LPL Financial comenta que o quadro nas bolsas americanas foi positivo, citando dados fortes recentes, mas também lembra em relatório que os números da economia partem agora de uma base bastante deprimida pelo choque dos últimos meses.



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Bolsas de NY fecham em baixa, com cautela sobre tensões EUA-China e covid-19


19/06/2020 | 18:09


As bolsas de Nova York chegaram a subir, com notícia positiva para o comércio entre Estados Unidos e China e ações do setor de energia apoiadas pela força do petróleo. Ao longo do pregão, porém, perderam fôlego, após o governo americano voltar a atacar Pequim e em meio a temores de uma nova onda de casos da covid-19, que poderia atrapalhar a recuperação econômica, o que resultou em fechamento misto nesta sexta-feira, 19.

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,80%, a 25.871,46 pontos, o S&P 500 caiu 0,56%, a 3.097,74 pontos, e o Nasdaq registrou alta modesta, de 0,03%, a 9.946,12 pontos. Na comparação semanal, o Dow Jones subiu 1,04%, o S&P 500 avançou 1,86% e o Nasdaq teve alta de 3,73%.

Os relatos de que a China atuava para aumentar as compras de produtos agrícolas americanos apoiaram o humor, no início do dia. Mas o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, mostrou tom de desafio duro em relação a Pequim, dizendo que os americanos poderiam "desafiar qualquer ameaça militar" da China e voltando a criticá-la por supostamente esconder dados sobre o novo coronavírus.

Em meio às declarações, as bolsas de Nova York perderam força. Além disso, Apple caiu 0,57%, após a empresa informar que terá de fechar temporariamente 11 lojas em alguns Estados americanos por causa da disseminação da covid-19. Isso reforçou temores sobre novas ondas de contágio e seus impactos na atividade. Operadoras de cruzeiro também foram penalizadas, após terem estendido por mais três meses a suspensão de suas atividades, a ação da Carnival em baixa de 5,26%, Royal Caribbean de 6,72% e Norwegian Cruise, de 5,64%.

O comando da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou hoje que a pandemia entra em uma "fase perigosa", com países desejosos de reabrir suas economias, mas ainda riscos de que a doença se dissemine mais e faça novas vítimas, com grande parte da população mundial ainda suscetível. Com isso, a entidade disse que, se houver riscos aos sistemas de saúde, os países precisarão agir, sugerindo que podem ser necessárias em alguns casos mais medidas para controlar a situação.

Entre algumas ações importantes, Boeing caiu 2,74%, pressionando o Dow Jones, Caterpillar recuou 0,10% e Citigroup, 0,23%. Alphabet perdeu 0,66%, mas Amazon subiu 0,79%.

Na semana, a LPL Financial comenta que o quadro nas bolsas americanas foi positivo, citando dados fortes recentes, mas também lembra em relatório que os números da economia partem agora de uma base bastante deprimida pelo choque dos últimos meses.

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