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Comissão especial vai investigar morte do prefeito de Campinas


Do Diário OnLine
Com Agências

16/09/2004 | 11:09


O assassinato do prefeito de Campinas Antônio da Costa Santos, o Toninho do PT, será investigado pelo CDDPH (Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana). O político foi morto no dia 10 de setembro de 2001.

A comissão vai analisar os desdobramentos do assassinato. A Resolução nº 20, do ministro Nilmário Miranda, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, foi publicada na última sexta-feira no Diário Oficial da União. "Acho que essa comissão vai me ajudar. Mas eu esperava mais do governo federal", afirmou Roseana Garcia, viúva do prefeito, à Agência Brasil.

Ela quer que a Polícia Federal investigue o caso, pois não acredita que o prefeito tenha sido assassinado porque seu carro atrapalhou a fuga da quadrilha do seqüestrador Wanderson Newton de Paulo, o Andinho, conforme versão da polícia paulista. "Eu não só acho, hoje tenho certeza", ressaltou.

Nilmário Miranda explicou que a comissão vai estudar o inquérito que levou à conclusão de crime comum. "Não pode haver dúvidas na sociedade e na família sobre o que levou ao assassinato do prefeito". A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) já havia constituído uma comissão de investigação, que deverá se juntar ao novo grupo.

A comissão será composta pelo conselheiro Humberto Espínola, pelo presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB, José Edísio Simões Souto, e por um representante do Ministério Público Federal. Segundo a resolução, legistas, peritos e outros profissionais poderão ser convidados a prestar colaboração à comissão.

O prazo para conclusão dos trabalhos é de 90 dias, prorrogáveis pelo prazo que se fizer necessário. No final de suas atribuições, a comissão vai apresentar relatório ao CDDPH.

A criação da comissão foi sugerida a Nilmário Miranda pela viúva de Toninho. Em encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Roseana Garcia solicitou que as investigações sobre o assassinato fossem reabertas.



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Comissão especial vai investigar morte do prefeito de Campinas

Do Diário OnLine
Com Agências

16/09/2004 | 11:09


O assassinato do prefeito de Campinas Antônio da Costa Santos, o Toninho do PT, será investigado pelo CDDPH (Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana). O político foi morto no dia 10 de setembro de 2001.

A comissão vai analisar os desdobramentos do assassinato. A Resolução nº 20, do ministro Nilmário Miranda, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, foi publicada na última sexta-feira no Diário Oficial da União. "Acho que essa comissão vai me ajudar. Mas eu esperava mais do governo federal", afirmou Roseana Garcia, viúva do prefeito, à Agência Brasil.

Ela quer que a Polícia Federal investigue o caso, pois não acredita que o prefeito tenha sido assassinado porque seu carro atrapalhou a fuga da quadrilha do seqüestrador Wanderson Newton de Paulo, o Andinho, conforme versão da polícia paulista. "Eu não só acho, hoje tenho certeza", ressaltou.

Nilmário Miranda explicou que a comissão vai estudar o inquérito que levou à conclusão de crime comum. "Não pode haver dúvidas na sociedade e na família sobre o que levou ao assassinato do prefeito". A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) já havia constituído uma comissão de investigação, que deverá se juntar ao novo grupo.

A comissão será composta pelo conselheiro Humberto Espínola, pelo presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB, José Edísio Simões Souto, e por um representante do Ministério Público Federal. Segundo a resolução, legistas, peritos e outros profissionais poderão ser convidados a prestar colaboração à comissão.

O prazo para conclusão dos trabalhos é de 90 dias, prorrogáveis pelo prazo que se fizer necessário. No final de suas atribuições, a comissão vai apresentar relatório ao CDDPH.

A criação da comissão foi sugerida a Nilmário Miranda pela viúva de Toninho. Em encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Roseana Garcia solicitou que as investigações sobre o assassinato fossem reabertas.

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