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Mauá destina apenas
0,02% à Defesa Civil


Sérgio Vieira
Do Diário do Grande ABC

30/01/2011 | 07:02


O prefeito de Mauá, Oswaldo Dias (PT), não priorizou ações da Defesa Civil na peça orçamentária deste ano. A administração destinou apenas R$ 110 mil para manutenção do setor em 2011, o que representa somente 0,02% do total do orçamento municipal, de R$ 560 milhões.

A quantia está reservada para serviços como compras de equipamentos e uniformes dos servidores que trabalham na área. Além de atuar nas ações de emergência, determinando a retirada de famílias de áreas de riscos, a Defesa Civil, em tese, também tem importante papel de prevenção, evitando tragédias como as que ocorreram em Mauá, por conta das fortes chuvas, e que resultaram nas mortes de seis moradores.

A ausência de prioridades na área, por parte da administração municipal, está no fato de, até o momento em que decretou estado de emergência no município, Oswaldo não fez nenhum pedido formal de ajuda financeira ao governo do Estado e à União.

A deputada estadual Vanessa Damo (PMDB-Mauá) enviou documento à Secretaria da Casa Militar do Estado, Pasta onde está inserida a Defesa Civil paulista, solicitando cestas básicas, kits de higiene, colchões e cobertores, que foram entregues, em sua maior parte, aos desabrigados do morro do Macuco, região mais castigada pelas chuvas. "É inadmíssivel destinar tão poucos recursos para uma área vital do governo", afirmou a parlamentar. Ela também criticou o fato de a administração petista não ter pedido ajuda ao Estado.

Aliado ao governo petista, o deputado estadual Donisete Braga (PT-Mauá) reconhece que o valor destinado à Defesa Civil municipal é irrisório. "Reconheço que é pouco, mas desse episódio é possível tirar a lição de que é muito importante investir cada ves mais na prevenção, para evitar tragédias como essas. Não dá para pensar na Defesa Civil só em época de chuvas", disse o petista.

A Prefeituta foi procurada para explicar as razões de destinar poucos recursos para a Defesa Civil, mas não respondeu aos questionamentos da reportagem.



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Mauá destina apenas
0,02% à Defesa Civil

Sérgio Vieira
Do Diário do Grande ABC

30/01/2011 | 07:02


O prefeito de Mauá, Oswaldo Dias (PT), não priorizou ações da Defesa Civil na peça orçamentária deste ano. A administração destinou apenas R$ 110 mil para manutenção do setor em 2011, o que representa somente 0,02% do total do orçamento municipal, de R$ 560 milhões.

A quantia está reservada para serviços como compras de equipamentos e uniformes dos servidores que trabalham na área. Além de atuar nas ações de emergência, determinando a retirada de famílias de áreas de riscos, a Defesa Civil, em tese, também tem importante papel de prevenção, evitando tragédias como as que ocorreram em Mauá, por conta das fortes chuvas, e que resultaram nas mortes de seis moradores.

A ausência de prioridades na área, por parte da administração municipal, está no fato de, até o momento em que decretou estado de emergência no município, Oswaldo não fez nenhum pedido formal de ajuda financeira ao governo do Estado e à União.

A deputada estadual Vanessa Damo (PMDB-Mauá) enviou documento à Secretaria da Casa Militar do Estado, Pasta onde está inserida a Defesa Civil paulista, solicitando cestas básicas, kits de higiene, colchões e cobertores, que foram entregues, em sua maior parte, aos desabrigados do morro do Macuco, região mais castigada pelas chuvas. "É inadmíssivel destinar tão poucos recursos para uma área vital do governo", afirmou a parlamentar. Ela também criticou o fato de a administração petista não ter pedido ajuda ao Estado.

Aliado ao governo petista, o deputado estadual Donisete Braga (PT-Mauá) reconhece que o valor destinado à Defesa Civil municipal é irrisório. "Reconheço que é pouco, mas desse episódio é possível tirar a lição de que é muito importante investir cada ves mais na prevenção, para evitar tragédias como essas. Não dá para pensar na Defesa Civil só em época de chuvas", disse o petista.

A Prefeituta foi procurada para explicar as razões de destinar poucos recursos para a Defesa Civil, mas não respondeu aos questionamentos da reportagem.

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