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Crise brasileira terá pequeno impacto na UE


Do Diário do Grande ABC

19/01/1999 | 11:24


A crise financeira no Brasil terá ligeiro impacto sobre a Uniao Européia (UE), porque a quinta maior economia da América Latina nao é movida a exportaçoes, avaliou nesta terça o membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), Alfons Verplaetse. ``O Brasil é um país muito fechado'', avalia o especialista. ``Por isso os efeitos mecânicos sobre nós sao muito, muito limitados''.

Comentando o desempenho da moeda comum européia frente às demais, Verplaetse espera que, no longo prazo, o euro se torne mais estável frente ao dólar do que o marco alemao costumava ser. Nas últimas horas, o euro estava sendo comercializado a 1,161 - registrando ligeira variaçao frente ao patamar de 1,16675 de 31 de dezembro. No primeiro dia de funcionamento do mercado, primeiro de janeiro, a cotaçao da nova moeda chegou a aumentar 1,5% em relaçao ao dólar.

Entretanto, é fato que as economias dos países europeus deverao expandir 2,6%, sofrendo o impacto da recessao na Asia e dos problemas financeiros na América Latina e na Rússia. Nessas regioes, houve queda da capacidade de compra de bens europeus, segundo revelou um estudo da Comissao Européia. Das 11 naçoes que aderiram ao euro, a que deve registrar menor patamar de crescimento é a Itália, com 2,1%. E a maior, a Irlanda, com 8,2%.



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Crise brasileira terá pequeno impacto na UE

Do Diário do Grande ABC

19/01/1999 | 11:24


A crise financeira no Brasil terá ligeiro impacto sobre a Uniao Européia (UE), porque a quinta maior economia da América Latina nao é movida a exportaçoes, avaliou nesta terça o membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), Alfons Verplaetse. ``O Brasil é um país muito fechado'', avalia o especialista. ``Por isso os efeitos mecânicos sobre nós sao muito, muito limitados''.

Comentando o desempenho da moeda comum européia frente às demais, Verplaetse espera que, no longo prazo, o euro se torne mais estável frente ao dólar do que o marco alemao costumava ser. Nas últimas horas, o euro estava sendo comercializado a 1,161 - registrando ligeira variaçao frente ao patamar de 1,16675 de 31 de dezembro. No primeiro dia de funcionamento do mercado, primeiro de janeiro, a cotaçao da nova moeda chegou a aumentar 1,5% em relaçao ao dólar.

Entretanto, é fato que as economias dos países europeus deverao expandir 2,6%, sofrendo o impacto da recessao na Asia e dos problemas financeiros na América Latina e na Rússia. Nessas regioes, houve queda da capacidade de compra de bens europeus, segundo revelou um estudo da Comissao Européia. Das 11 naçoes que aderiram ao euro, a que deve registrar menor patamar de crescimento é a Itália, com 2,1%. E a maior, a Irlanda, com 8,2%.

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