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Pro Teste orienta compra de material escolar


Luciana Yamashita
Da sucursal de Diadema

22/01/2008 | 07:02


Ano novo, lista de material escolar nova. Não são poucos os itens que precisam ser adquiridos na volta às aulas. Para quem não tem como levar ou buscar as crianças na escola, cuidados também na hora de contratar o serviço de transporte. A Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) alerta os consumidores para que a compra e o contrato sejam feitos de maneira adequada.

A primeira dica é checar quais materiais utilizados no ano passado estão em boas condições e podem ser reaproveitados.

Outra sugestão é verificar se parentes ou amigos já têm os livros pedidos em boas condições de uso. “O que o consumidor pode fazer para economizar é comprar apenas o necessário. Tirar da lista o que a pessoa já tem é um alívio no orçamento”, afirma a coordenadora institucional da Pro Teste, Maria Inês Dolci.

Para evitar gastos excessivos, a associação recomenda que as crianças não sejam levadas para escolher o material que usarão durante o ano. “Se deixar, elas compram muito mais do que precisam e gostam de objetos de moda, mais caros. Mas a moda é passageira”, diz Maria Inês.

Em relação ao uniforme escolar, as instituições de ensino não podem obrigar que a compra seja feita na própria escola. “Podem indicar alguns endereços, mas não uma loja exclusiva. Isso é venda casada e pode ser denunciada nos órgãos de defesa do consumidor”, explica.

TRANSPORTE - Para a Pro Teste, o transporte escolar é o item mais importante em relação à segurança. Na hora da escolha, é importante verificar as condições do veículo e exigir o alvará de circulação.

Pedir a indicação de amigos e pais que já utilizaram a condução e acompanhar a perua um dia para saber como as crianças são tratadas e como é o serviço realizado pelo motorista são ações recomendadas.

MUDANÇA - O empresário de Santo André Juliano Stoppa Musselli, 29 anos, trocou sua filha Bianca, 2, de escola neste ano. A conseqüência é comprar todo o uniforme novo. “Com a lista de materiais e os livros, vou gastar mais de R$ 500. Pensei que fosse menos”, conta.

Na hora da compra, a filha não vai junto. “Ela adora a Hello Kitty e o visual dos objetos chama muito a atenção. Para mim, qualidade e preço dos produtos são primordiais na escolha”, diz.



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Pro Teste orienta compra de material escolar

Luciana Yamashita
Da sucursal de Diadema

22/01/2008 | 07:02


Ano novo, lista de material escolar nova. Não são poucos os itens que precisam ser adquiridos na volta às aulas. Para quem não tem como levar ou buscar as crianças na escola, cuidados também na hora de contratar o serviço de transporte. A Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) alerta os consumidores para que a compra e o contrato sejam feitos de maneira adequada.

A primeira dica é checar quais materiais utilizados no ano passado estão em boas condições e podem ser reaproveitados.

Outra sugestão é verificar se parentes ou amigos já têm os livros pedidos em boas condições de uso. “O que o consumidor pode fazer para economizar é comprar apenas o necessário. Tirar da lista o que a pessoa já tem é um alívio no orçamento”, afirma a coordenadora institucional da Pro Teste, Maria Inês Dolci.

Para evitar gastos excessivos, a associação recomenda que as crianças não sejam levadas para escolher o material que usarão durante o ano. “Se deixar, elas compram muito mais do que precisam e gostam de objetos de moda, mais caros. Mas a moda é passageira”, diz Maria Inês.

Em relação ao uniforme escolar, as instituições de ensino não podem obrigar que a compra seja feita na própria escola. “Podem indicar alguns endereços, mas não uma loja exclusiva. Isso é venda casada e pode ser denunciada nos órgãos de defesa do consumidor”, explica.

TRANSPORTE - Para a Pro Teste, o transporte escolar é o item mais importante em relação à segurança. Na hora da escolha, é importante verificar as condições do veículo e exigir o alvará de circulação.

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MUDANÇA - O empresário de Santo André Juliano Stoppa Musselli, 29 anos, trocou sua filha Bianca, 2, de escola neste ano. A conseqüência é comprar todo o uniforme novo. “Com a lista de materiais e os livros, vou gastar mais de R$ 500. Pensei que fosse menos”, conta.

Na hora da compra, a filha não vai junto. “Ela adora a Hello Kitty e o visual dos objetos chama muito a atenção. Para mim, qualidade e preço dos produtos são primordiais na escolha”, diz.

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