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Diniz lança auxílio-creche contra deficit


Mark Ribeiro
do Diário do Grande ABC

31/07/2012 | 07:00


Acabar com o deficit de 1030 vagas para a educação de crianças de 0 a 3 anos de Mauá está na pauta da maioria dos oito candidatos a prefeito. Diniz Lopes (PR), por exemplo, tem alardeado que dará auxílio-creche aos pais que não têm onde deixar os filhos.

O republicano recorre à proposta de seu plano de governo de 2008, quando terminou a eleição em terceiro lugar. "Se não tiver vaga na rede pública, a Prefeitura dará o auxílio-creche", sintetiza.

O ex-prefeito (comandou o Paço interinamente por onze meses em 2005) e ex-superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) declara que o objetivo é arcar com o valor integral das mensalidades cobradas na rede particular, o que, segundo ele, gira entre R$ 200 e R$ 250.

Diniz justifica a proposta por seu "baixo custo". "A Prefeitura só vai conseguir ampliar as vagas na rede pública se construir creche, mas não tem área. E sai muito mais barato dar o incentivo do que construir, contratar funcionários e fazer a manutenção do prédio", compara.

Tomando por base o número do deficit de vagas (1030) e o menor valor projetado por Diniz (R$ 200), a Prefeitura gastaria R$ 2,4 milhões por ano (ou R$ 206 mil por mês) para bancar as crianças na rede privada. Considerando o maior preço (R$ 250), o investimento subiria para R$ 3 milhões ao ano (R$ 257 mil por mês). "Com convênio, dá para discutir um valor ainda menor por pacote."

Como comparativo, a construção de unidade para atender 150 crianças pelo Programa Creche Escola, mantido pelo governo do Estado, sai por R$ 1,2 milhão. Além disso, as prefeituras têm de ceder terreno de 2.000 metros quadrados e haverá gastos com a contratação de pessoal e a manutenção do equipamento. Para acabar com a defasagem, seriam necessárias as construções de sete unidades e os investimentos, só com as obras, atingiriam R$ 8,4 milhões.



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Diniz lança auxílio-creche contra deficit

Mark Ribeiro
do Diário do Grande ABC

31/07/2012 | 07:00


Acabar com o deficit de 1030 vagas para a educação de crianças de 0 a 3 anos de Mauá está na pauta da maioria dos oito candidatos a prefeito. Diniz Lopes (PR), por exemplo, tem alardeado que dará auxílio-creche aos pais que não têm onde deixar os filhos.

O republicano recorre à proposta de seu plano de governo de 2008, quando terminou a eleição em terceiro lugar. "Se não tiver vaga na rede pública, a Prefeitura dará o auxílio-creche", sintetiza.

O ex-prefeito (comandou o Paço interinamente por onze meses em 2005) e ex-superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) declara que o objetivo é arcar com o valor integral das mensalidades cobradas na rede particular, o que, segundo ele, gira entre R$ 200 e R$ 250.

Diniz justifica a proposta por seu "baixo custo". "A Prefeitura só vai conseguir ampliar as vagas na rede pública se construir creche, mas não tem área. E sai muito mais barato dar o incentivo do que construir, contratar funcionários e fazer a manutenção do prédio", compara.

Tomando por base o número do deficit de vagas (1030) e o menor valor projetado por Diniz (R$ 200), a Prefeitura gastaria R$ 2,4 milhões por ano (ou R$ 206 mil por mês) para bancar as crianças na rede privada. Considerando o maior preço (R$ 250), o investimento subiria para R$ 3 milhões ao ano (R$ 257 mil por mês). "Com convênio, dá para discutir um valor ainda menor por pacote."

Como comparativo, a construção de unidade para atender 150 crianças pelo Programa Creche Escola, mantido pelo governo do Estado, sai por R$ 1,2 milhão. Além disso, as prefeituras têm de ceder terreno de 2.000 metros quadrados e haverá gastos com a contratação de pessoal e a manutenção do equipamento. Para acabar com a defasagem, seriam necessárias as construções de sete unidades e os investimentos, só com as obras, atingiriam R$ 8,4 milhões.

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