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ABC com Alckmin
no primeiro turno

Governador do Estado garante a participação efetiva na
região sem medo de criar uma saia justa com os aliados


Fábio Martins
do Diário do Grande ABC

31/07/2012 | 07:00


Sem melindre, o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), garantiu ontem que dará sua contribuição efetiva às candidaturas apoiadas pelo tucanato no Grande ABC logo na primeira etapa do processo eleitoral. Sem entrar no mérito em relação às cidades as quais subirá ao palanque, o tucano não demonstrou receio com o fato de entrar no enfrentamento com partidos aliados. "Já no primeiro turno irei participar das campanhas lá (no Grande ABC). Nos fins de semana vou para a região levar o meu apoio com muita satisfação."

Apesar disso, Alckmin citou que, por enquanto, não há agenda pronta. A perspectiva dos candidatos é de que o governador pise em solo regional a partir de agosto e faça, ao menos nos principais municípios, duas caminhadas antes de 7 de outubro. Indagado se a adesão formal a algumas candidaturas poderia criar saia justa por entrar em disputa com aliados estaduais, Alckmin saiu pela tangente. "Isso é tema para o partido. Governador não tem candidato em nenhuma cidade. Sou um soldado (da legenda) e vou me apresentar na campanha."

Pelas declarações, em Santo André, por exemplo, Alckmin virá para apertar a mão do prefeiturável Raimundo Salles (PDT) em detrimento do prefeito Aidan Ravin (PTB), a quem sempre chamou de "parceiro". Inclusive, ontem, o tucano trocou palavras ao pé do ouvido com o pedetista, falando sobre a postura partidária. Assim como em Mauá, desembarcaria no palanque de Edimar da Reciclagem - com quem posou para fotos -, sem considerar a deputada Vanessa Damo (PMDB), que faz sustentação ao governo na Assembleia mas está na raia contrária do pleito.

Havia desconfiança que Alckmin entrasse na eleição por conta da retribuição do apoio em 2014, quando concorrerá à reeleição. A aliança do PSDB em diversas cidades levou em consideração esse critério. O tucano compareceu ao lançamento da candidatura a vereador de São Paulo de Mário Covas Neto, filho do ex-governador Mário Covas Filho. Com pompa, o evento também contou com as presenças do prefeito da Capital, Gilberto Kassab (PSD), e do ex-governador José Serra (PSDB), candidato à sucessão do pessedista.

Mesmo à frente do Palácio dos Bandeirantes, comandado pelo PSDB há 18 anos, dos quais sete sob sua tutela, Alckmin disse que seu apoio não será determinante para alavancar candidaturas, ao contrário do que pensam os prefeituráveis. A particularidade da eleição municipal, segundo ele, depende das circunstâncias e disposições nas quais o xadrez eleitoral local ficou estabelecido. "Essas coisas (adesão da figura do governador) não é o mais importante. Eleição é local. Vejo que forças externas não são decisivas. (Apoio) É mais de solidariedade."

Serra, por sua vez, alegou que não foi convocado para atuar em agenda na região. "Ninguém me procurou até agora para isso."



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ABC com Alckmin
no primeiro turno

Governador do Estado garante a participação efetiva na
região sem medo de criar uma saia justa com os aliados

Fábio Martins
do Diário do Grande ABC

31/07/2012 | 07:00


Sem melindre, o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), garantiu ontem que dará sua contribuição efetiva às candidaturas apoiadas pelo tucanato no Grande ABC logo na primeira etapa do processo eleitoral. Sem entrar no mérito em relação às cidades as quais subirá ao palanque, o tucano não demonstrou receio com o fato de entrar no enfrentamento com partidos aliados. "Já no primeiro turno irei participar das campanhas lá (no Grande ABC). Nos fins de semana vou para a região levar o meu apoio com muita satisfação."

Apesar disso, Alckmin citou que, por enquanto, não há agenda pronta. A perspectiva dos candidatos é de que o governador pise em solo regional a partir de agosto e faça, ao menos nos principais municípios, duas caminhadas antes de 7 de outubro. Indagado se a adesão formal a algumas candidaturas poderia criar saia justa por entrar em disputa com aliados estaduais, Alckmin saiu pela tangente. "Isso é tema para o partido. Governador não tem candidato em nenhuma cidade. Sou um soldado (da legenda) e vou me apresentar na campanha."

Pelas declarações, em Santo André, por exemplo, Alckmin virá para apertar a mão do prefeiturável Raimundo Salles (PDT) em detrimento do prefeito Aidan Ravin (PTB), a quem sempre chamou de "parceiro". Inclusive, ontem, o tucano trocou palavras ao pé do ouvido com o pedetista, falando sobre a postura partidária. Assim como em Mauá, desembarcaria no palanque de Edimar da Reciclagem - com quem posou para fotos -, sem considerar a deputada Vanessa Damo (PMDB), que faz sustentação ao governo na Assembleia mas está na raia contrária do pleito.

Havia desconfiança que Alckmin entrasse na eleição por conta da retribuição do apoio em 2014, quando concorrerá à reeleição. A aliança do PSDB em diversas cidades levou em consideração esse critério. O tucano compareceu ao lançamento da candidatura a vereador de São Paulo de Mário Covas Neto, filho do ex-governador Mário Covas Filho. Com pompa, o evento também contou com as presenças do prefeito da Capital, Gilberto Kassab (PSD), e do ex-governador José Serra (PSDB), candidato à sucessão do pessedista.

Mesmo à frente do Palácio dos Bandeirantes, comandado pelo PSDB há 18 anos, dos quais sete sob sua tutela, Alckmin disse que seu apoio não será determinante para alavancar candidaturas, ao contrário do que pensam os prefeituráveis. A particularidade da eleição municipal, segundo ele, depende das circunstâncias e disposições nas quais o xadrez eleitoral local ficou estabelecido. "Essas coisas (adesão da figura do governador) não é o mais importante. Eleição é local. Vejo que forças externas não são decisivas. (Apoio) É mais de solidariedade."

Serra, por sua vez, alegou que não foi convocado para atuar em agenda na região. "Ninguém me procurou até agora para isso."

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