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Erros definem revés brasileiro para os EUA

Meninas dão 27 pontos a rivais e perdem pela primeira vez no vôlei em Londres


da Redação

31/07/2012 | 07:00


Outra vez o excesso de erros tirou a possibilidade de o Brasil derrotar os Estados Unidos. Assim como aconteceu recentemente na disputa do Grand Prix, a Seleção feminina de vôlei abusou das falhas individuais e não conseguiram segurar as forte norte-americanas, ontem, perdendo por 3 sets a 1 (parciais 25/18, 25/17, 22/25 e 25/21), em duelo que reeditou a decisão do ouro em Pequim-2008, vencida pelo Brasil. No total, as brasileiras entregaram de graça 27 pontos para as adversárias, que erram dez vezes a menos. A maior pontuadora da partida foi a oposto Destinee Hooker, campeã da Superliga pelo Sollys/Nestlé, com 23 acertos. Pelo lado do Brasil, a oposto Sheilla conseguiu 15. O resultado derrubou o Brasil para o quarto lugar do grupo, enquanto os Estados Unidos seguem na segunda posição.

Apesar da derrota, o técnico brasileiro José Roberto Guimarães comemorou os bons momentos da Seleção no jogo. "Não gostei da forma que jogamos no primeiro e no segundo sets. A partir do terceiro, atuamos melhor, mas ainda comentemos erros, principalmente de saque. Contra os Estados Unidos não podemos vacilar tanto assim", constatou o treinador, que espera evolução. "Enfrentar adversários fortes não é problema, ajuda a ver erros para que sejam corrigidos até os jogos mais para a frente. Temos de ganhar confiança gradativamente", completou, lembrando que os quatro primeiros do grupo garantem vaga nas quartas de final.

A levantadora Dani Lins, que entrou no lugar de Fernanda e melhorou o rendimento da equipe, reconhece que o grupo precisa melhorar para sonhar com medalha. "Falhamos muito, mas elas também. Isso acontecem. Nos conhecemos bem, e por isso é preciso muita concentração, mas não se consegue ficar focada 100%, o tempo todo. Desperdiçamos muito nos fundamentos. Elas têm mérito, mas precisamos focar mais no objetivo", assumiu.

Outra que credenciou o resultado negativo pelo excesso de falhas cometidas pela da equipe foi a ponteira Jaqueline, que elogiou a força da equipe norte-americana. "Os Estados Unidos jogaram taticamente muito bem. Pecamos em detalhes e isso não pode acontecer em jogos deste nível. Ainda temos muito campeonato pela frente. Agora precisamos estudar o que faltou para conseguirmos vencer", analisou a atleta, lembrando que a equipe volta a quadra amanhã, às 18h, contra a Coreia do Sul.

 Time masculino comemora status de coadjuvante
Acostumados com o favoritismo, os brasileiros desta vez entram na disputa do vôlei como franco atiradores. A vitória na estreia diante da Tunísia (3 sets a 0) aumentou a confiança do grupo, mas para o duelo contra a Rússia, hoje, às 18h (de Brasília), a expectativa é de confronto bem mais equilibrado, com o time europeu vivendo melhor momento.

O novo status não preocupa Bernardinho, que até comemoram o fato de estarem fora dos holofotes. "Tira um pouco desta imagem de invencibilidade, de que ganha tudo. Antes as bolas ‘batiam na trave' e entravam. Agora saíram algumas. Há várias equipes em condição de brigar por medalha. Ser ou não ser favorito não muda muito nesse aspecto, só tira um pouco da expectativa do público", comentou.

A confiança do time em bom resultado em Londres aumentou principalmente com a volta do capitão Giba, recuperado de contusão. Experiente, ele crê em boa participação brasileira nos Jogos. "É que nem sopa, vamos comendo pelas beiradas, da mesma forma que foi em Pequim, quando disseram que o Brasil havia passado", lembrou o camisa sete, citando a campanha que trouxe a prata em 2008.



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Erros definem revés brasileiro para os EUA

Meninas dão 27 pontos a rivais e perdem pela primeira vez no vôlei em Londres

da Redação

31/07/2012 | 07:00


Outra vez o excesso de erros tirou a possibilidade de o Brasil derrotar os Estados Unidos. Assim como aconteceu recentemente na disputa do Grand Prix, a Seleção feminina de vôlei abusou das falhas individuais e não conseguiram segurar as forte norte-americanas, ontem, perdendo por 3 sets a 1 (parciais 25/18, 25/17, 22/25 e 25/21), em duelo que reeditou a decisão do ouro em Pequim-2008, vencida pelo Brasil. No total, as brasileiras entregaram de graça 27 pontos para as adversárias, que erram dez vezes a menos. A maior pontuadora da partida foi a oposto Destinee Hooker, campeã da Superliga pelo Sollys/Nestlé, com 23 acertos. Pelo lado do Brasil, a oposto Sheilla conseguiu 15. O resultado derrubou o Brasil para o quarto lugar do grupo, enquanto os Estados Unidos seguem na segunda posição.

Apesar da derrota, o técnico brasileiro José Roberto Guimarães comemorou os bons momentos da Seleção no jogo. "Não gostei da forma que jogamos no primeiro e no segundo sets. A partir do terceiro, atuamos melhor, mas ainda comentemos erros, principalmente de saque. Contra os Estados Unidos não podemos vacilar tanto assim", constatou o treinador, que espera evolução. "Enfrentar adversários fortes não é problema, ajuda a ver erros para que sejam corrigidos até os jogos mais para a frente. Temos de ganhar confiança gradativamente", completou, lembrando que os quatro primeiros do grupo garantem vaga nas quartas de final.

A levantadora Dani Lins, que entrou no lugar de Fernanda e melhorou o rendimento da equipe, reconhece que o grupo precisa melhorar para sonhar com medalha. "Falhamos muito, mas elas também. Isso acontecem. Nos conhecemos bem, e por isso é preciso muita concentração, mas não se consegue ficar focada 100%, o tempo todo. Desperdiçamos muito nos fundamentos. Elas têm mérito, mas precisamos focar mais no objetivo", assumiu.

Outra que credenciou o resultado negativo pelo excesso de falhas cometidas pela da equipe foi a ponteira Jaqueline, que elogiou a força da equipe norte-americana. "Os Estados Unidos jogaram taticamente muito bem. Pecamos em detalhes e isso não pode acontecer em jogos deste nível. Ainda temos muito campeonato pela frente. Agora precisamos estudar o que faltou para conseguirmos vencer", analisou a atleta, lembrando que a equipe volta a quadra amanhã, às 18h, contra a Coreia do Sul.

 Time masculino comemora status de coadjuvante
Acostumados com o favoritismo, os brasileiros desta vez entram na disputa do vôlei como franco atiradores. A vitória na estreia diante da Tunísia (3 sets a 0) aumentou a confiança do grupo, mas para o duelo contra a Rússia, hoje, às 18h (de Brasília), a expectativa é de confronto bem mais equilibrado, com o time europeu vivendo melhor momento.

O novo status não preocupa Bernardinho, que até comemoram o fato de estarem fora dos holofotes. "Tira um pouco desta imagem de invencibilidade, de que ganha tudo. Antes as bolas ‘batiam na trave' e entravam. Agora saíram algumas. Há várias equipes em condição de brigar por medalha. Ser ou não ser favorito não muda muito nesse aspecto, só tira um pouco da expectativa do público", comentou.

A confiança do time em bom resultado em Londres aumentou principalmente com a volta do capitão Giba, recuperado de contusão. Experiente, ele crê em boa participação brasileira nos Jogos. "É que nem sopa, vamos comendo pelas beiradas, da mesma forma que foi em Pequim, quando disseram que o Brasil havia passado", lembrou o camisa sete, citando a campanha que trouxe a prata em 2008.

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