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Moradores quebram cerca feita pela CPTM após atropelamento


Do Diário OnLine
Com Agências

02/08/2004 | 13:38


Moradores da favela do Tiquatira, próxima à estação desativada de engenheiro Trindade, localizada na Linha F (Brás-Calmon Viana) da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), arrebentaram o muro tapado pela empresa nesta segunda-feira, depois do atropelamento ocorrido no dia 15, quando morreram Rosilene Oliveira Araújo, 38 anos, e a sobrinha Lorana Viviane Araújo de Souza, de um ano e oito meses.

Para evitar novos casos de imprudência, já que a via era atravessada clandestinamente pela população, no dia seguinte ao acidente, a equipe de manutenção da CPTM providenciou a vedação com trilhos nos dois lados da via, totalizando oito metros de muros fechados.

A medida, porém, não convenceu os moradores do perigo da passagem por aquele local: a cerca de trilhos foi arrancada de um lado, em cerca de dois metros, e o muro quebrado do outro, formando um buraco de, aproximadamente, 1,80 m por 2 m.

O caso foi registrado pelos agentes de segurança da CPTM no 52º DP.



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Moradores quebram cerca feita pela CPTM após atropelamento

Do Diário OnLine
Com Agências

02/08/2004 | 13:38


Moradores da favela do Tiquatira, próxima à estação desativada de engenheiro Trindade, localizada na Linha F (Brás-Calmon Viana) da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), arrebentaram o muro tapado pela empresa nesta segunda-feira, depois do atropelamento ocorrido no dia 15, quando morreram Rosilene Oliveira Araújo, 38 anos, e a sobrinha Lorana Viviane Araújo de Souza, de um ano e oito meses.

Para evitar novos casos de imprudência, já que a via era atravessada clandestinamente pela população, no dia seguinte ao acidente, a equipe de manutenção da CPTM providenciou a vedação com trilhos nos dois lados da via, totalizando oito metros de muros fechados.

A medida, porém, não convenceu os moradores do perigo da passagem por aquele local: a cerca de trilhos foi arrancada de um lado, em cerca de dois metros, e o muro quebrado do outro, formando um buraco de, aproximadamente, 1,80 m por 2 m.

O caso foi registrado pelos agentes de segurança da CPTM no 52º DP.

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