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Restaurar carros é mais do que paixão


Marcelo Monegato
Do Diário OnLine

19/12/2007 | 07:00
























Para ser um restaurador de carros antigos não basta apenas querer. Paciência, paixão, loucura e uma boa pitada de nostalgia são quesitos indispensáveis para os que embarcam no sonho de colocar nas ruas veículos que ficaram para muitos somente nas lembranças ou em fotografias.

Basicamente existem dois tipos de restauradores: os amadores, que chegam a demorar anos para deixar em perfeito estado um carro das décadas de 1940, 1950 ou 1960, e os profissionais, que fazem do talento de “reanimar” veículos histórico seu ganha-pão.

Um desses amadores é Ocimar Luiz Galante, 47 anos. Morador de Santo André, ele revela que o gosto pela coisa vem desde quando era pequeno, apesar de atuar na área somente há quatro anos.

“É um hobby nostálgico que envolve muita paixão”, explica Galante, que atualmente trabalha nos últimos detalhes de um DKW Vemaguete de 1966.

Sobre este veículo, ele conta que até agora tudo foi uma grande aventura. “Encontrei o carro abandonado em uma casa em Catanduva (SP) e o trouxe de caminhão. Quando comecei o trabalho de funilaria, por exemplo, cada dia era uma surpresa nova.”

Galante, que já restaurou uma Chevrolet Veraneio 1987 e um Jeep Willys 1951, revela que o divertido de restaurar carros antigos é poder utilizá-los. “A Veraneio uso quase sempre para viajar e com o Jeep gosto de fazer trilhas. Já o Vemaguete será para passeios na cidade e exposições.”

COMEÇO

Para iniciar a restauração de um carro, primeiro é preciso encontrar o modelo ideal. Depois, segundo Galante, é necessário conhecer pessoas que já estejam na área para obter informações de como e onde conseguir peças – apesar de hoje existirem empresas especializadas em produzir equipamentos para carros antigos.

Ele destaca também a importância de se ter um dinheirinho, já que o hobby está longe de ser barato. “Vou gastar na restauração do Vemaguete algo em torno de R$17 mil.”


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