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Mário Reali será candidato a presidente do PT de Diadema

Com aval de Filippi, ex-prefeito tenta retomar força para aglutinar apoios ao projeto à Assembleia


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

13/08/2013 | 07:00


O ex-prefeito Mário Reali será candidato à presidência do PT de Diadema. A candidatura do ex-chefe do Executivo diademense foi definida no sábado, em reunião da bancada de vereadores do partido com o ex-prefeito e hoje secretário de Saúde da Capital, José de Filippi Júnior.

Antes relutante em presidir o diretório, Reali surge na disputa com amplo favoritismo. Ele já tem, por exemplo, apoio dos seis vereadores petistas (Orlando Vitoriano, José Antônio da Silva, Lilian Cabrera, Ronaldo Lacerda, Josa Queiroz e Manoel Eduardo Marinho, o Maninho) e de Filippi, que mesmo em São Paulo ainda dá as cartas no petismo de Diadema.

A candidatura é o princípio do processo para reerguer Reali, que perdeu a reeleição para a Prefeitura de Diadema para Lauro Michels (PV), encerrando hegemonia de 30 anos de governos petistas e de seus aliados. Após a inesperada derrota para o então vereador de dois mandatos, muitos militantes davam como encerrada a trajetória política de Reali no PT.

O segundo passo para o resgate de Reali será o projeto para retomada do mandato na Assembleia Legislativa. Como presidente do PT, o ex-prefeito teria condições de costurar, de maneira mais impositiva, apoios à sua empreitada de deputado estadual. Hoje o cenário se apresenta dividido para Reali, que teria adesão de apenas três dos seis vereadores petistas e ainda vê sinais de voos de outros militantes, como Renato do Geb ou integrante da Articulação de Esquerda.

A corrida para o PED (Processo de Eleição Direta) do PT em Diadema tinha sinalização de pelo menos seis candidaturas, algumas de figuras conhecidas no meio político da cidade, como da ex-vereadora Irene dos Santos e do ex-vice-prefeito Joel Fonseca, e outras de nomes influentes apenas no diretório, como ex-diretor de Cultura Júlio Tavares e o militante Chico PT.

Atual mandatário do PT diademense e declarado apoiador de Reali, Josa disse que o trabalho agora é aglutinar o maior número de forças na campanha interna do ex-prefeito. Ele admite, porém, que consenso será bastante difícil, pois algumas correntes não vão abrir mão de candidatura em prol de Reali.

“O Mário agrega a maior quantidade de apoios do que todos os nomes que estavam especulados, até pela sua história. Mas é remota a possibilidade de chapa única no PED de Diadema. Acredito que haverá três candidaturas, contando com a do Mário”, afirmou Josa, que garantiu que o projeto de Reali a deputado estadual não foi colocado à mesa na reunião de sábado com Filippi. “Não podemos atropelar as discussões.”

Reali não retornou os contatos da equipe do Diário. Hoje o ex-prefeito atua como assessor especial do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT).



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