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Rivaldo pede agilidade por técnico;
Marcelo Veiga admite ter interesse

Ordem no Azulão é levantar cabeça; pentacampeão cobra
ainda reforços para não correr riscos na Série B nacional


Thiago Bassan
Do Diário do Grande ABC

15/04/2013 | 07:01


Embora o momento ainda seja de tristeza e lamentação pelo rebaixamento no Campeonato Paulista, a ordem no São Caetano é levantar a cabeça e pensar no futuro. O time tem jogo decisivo contra o Arapongas, quarta, em casa, pela Copa do Brasil, mas desde já começa a realizar o planejamento visando o Brasileiro da Série B, que inicia a partir de maio.

A primeira medida, ao que tudo indica, deve ser a troca de treinador. Daniel Martine, empossado no cargo para as últimas rodadas do Estadual, deve deixar o cargo em breve. A decisão sobre quem vai comandar o Azulão na Série B nacional é algo de extrema importância às pretensões da equipe, segundo o meia Rivaldo.

"Só se subirmos para a Primeira Divisão, vamos amenizar a crise causada por essa queda. Foi triste, mas vamos encarar e trabalhar sério. Esperamos que a diretoria traga um treinador o mais breve possível, para que possamos ter um comando, visando encarar a série B do Brasileiro", disse.

Para o lugar de Martine, a diretoria do São Caetano entrou em contato nos últimos dias com Marcelo Veiga, que atualmente comanda o Botafogo de Ribeirão Preto. O treinador conversou duas vezes com a cúpula do São Caetano. Uma no começo do ano, antes do início do Paulista, e outra mais recentemente.

"Fui procurado sim pelo São Caetano. Foi há pouco mais de 20 dias. Fizeram proposta, mas não temos nada acertado. Quem cuida disso é meu procurador, Ely Coimbra. Tenho contrato com o Botafogo até o fim do Paulistão e já comuniquei a diretoria sobre as propostas que recebi. Vamos nos reunir no fim do campeonato e decidir meu futuro", afirmou o treinador.

Alheio às especulações sobre o futuro no Azulão, Daniel Martine diz não estar preocupado se vai permanecer como treinador ou assumir outro cargo no clube. "Meu futuro é ligado ao São Caetano. Não tenho vaidade se vou continuar aqui, ser auxiliar ou voltar para os juniores. Eu quero é fazer o melhor para o São Caetano. O importante é o time que eu torço, que está no meu coração, que é da minha cidade. Sou um soltado no quartel, o que o presidente determinar faço com o maior carinho", ressaltou o atual treinador, que soma quatro jogos no comando do Azulão, sendo dois empates e duas derrotas (contando o revés por 1 a 0 para o Arapongas, pela Copa do Brasil).

REFORÇOS

Além de cobrar a chegada de um treinador, Rivaldo também admitiu a necessidade de contratações. "Temos que nos unir o mais rápido possível, ainda mais depois do rebaixamento. E ver o que a diretoria pretende trazer em relação a reforços. Temos grupo forte, mas contratações ajudam. Precisamos tirar essa situação como lição para não sermos surpreendidos e, de repente, cair para a Série C", palpitou.

Atual auxiliar, Galeano tem futuro indefinido no clube

Atual auxiliar técnico do São Caetano, o ex-jogador Galeano ainda não sabe em qual função vai seguir no clube. Após chegar ao Azulão para colaborar com o ex-treinador Ailton Silva, ele permaneceu no cargo mesmo com a troca de treinador e agora tem futuro indefinido.

"Vim para ser auxiliar técnico, ajudar o Ailton, e acabei permanecendo. A diretoria me passou que o objetivo principal é a Serie B, para fazer um trabalho diferente, nessa competição que será bem difícil para nós", ressaltou o ex-volante.

Há menos de um mês no clube, Galeano terá definida sua situação somente após o fim do Estadual. Mesmo rebaixado, o Azulão ainda fará a despedida da competição no domingo, diante do Paulista de Jundiaí, no Estádio Anacleto Campanella.

"Tive uma conversa com a diretoria de que poderia assumir outro cargo aqui dentro, outra função. Mas vamos conversar depois do (Campeonato) Paulista. O que ficou acertado com o presidente (Nairo Ferreira de Souza) é que independentemente do que acontecesse nesta competição, iríamos decidir somente após o fim. Teremos uma reunião para decidir isso", contou Galeano, que recentemente exerceu a função de supervisor de futebol no Palmeiras.



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Rivaldo pede agilidade por técnico;
Marcelo Veiga admite ter interesse

Ordem no Azulão é levantar cabeça; pentacampeão cobra
ainda reforços para não correr riscos na Série B nacional

Thiago Bassan
Do Diário do Grande ABC

15/04/2013 | 07:01


Embora o momento ainda seja de tristeza e lamentação pelo rebaixamento no Campeonato Paulista, a ordem no São Caetano é levantar a cabeça e pensar no futuro. O time tem jogo decisivo contra o Arapongas, quarta, em casa, pela Copa do Brasil, mas desde já começa a realizar o planejamento visando o Brasileiro da Série B, que inicia a partir de maio.

A primeira medida, ao que tudo indica, deve ser a troca de treinador. Daniel Martine, empossado no cargo para as últimas rodadas do Estadual, deve deixar o cargo em breve. A decisão sobre quem vai comandar o Azulão na Série B nacional é algo de extrema importância às pretensões da equipe, segundo o meia Rivaldo.

"Só se subirmos para a Primeira Divisão, vamos amenizar a crise causada por essa queda. Foi triste, mas vamos encarar e trabalhar sério. Esperamos que a diretoria traga um treinador o mais breve possível, para que possamos ter um comando, visando encarar a série B do Brasileiro", disse.

Para o lugar de Martine, a diretoria do São Caetano entrou em contato nos últimos dias com Marcelo Veiga, que atualmente comanda o Botafogo de Ribeirão Preto. O treinador conversou duas vezes com a cúpula do São Caetano. Uma no começo do ano, antes do início do Paulista, e outra mais recentemente.

"Fui procurado sim pelo São Caetano. Foi há pouco mais de 20 dias. Fizeram proposta, mas não temos nada acertado. Quem cuida disso é meu procurador, Ely Coimbra. Tenho contrato com o Botafogo até o fim do Paulistão e já comuniquei a diretoria sobre as propostas que recebi. Vamos nos reunir no fim do campeonato e decidir meu futuro", afirmou o treinador.

Alheio às especulações sobre o futuro no Azulão, Daniel Martine diz não estar preocupado se vai permanecer como treinador ou assumir outro cargo no clube. "Meu futuro é ligado ao São Caetano. Não tenho vaidade se vou continuar aqui, ser auxiliar ou voltar para os juniores. Eu quero é fazer o melhor para o São Caetano. O importante é o time que eu torço, que está no meu coração, que é da minha cidade. Sou um soltado no quartel, o que o presidente determinar faço com o maior carinho", ressaltou o atual treinador, que soma quatro jogos no comando do Azulão, sendo dois empates e duas derrotas (contando o revés por 1 a 0 para o Arapongas, pela Copa do Brasil).

REFORÇOS

Além de cobrar a chegada de um treinador, Rivaldo também admitiu a necessidade de contratações. "Temos que nos unir o mais rápido possível, ainda mais depois do rebaixamento. E ver o que a diretoria pretende trazer em relação a reforços. Temos grupo forte, mas contratações ajudam. Precisamos tirar essa situação como lição para não sermos surpreendidos e, de repente, cair para a Série C", palpitou.

Atual auxiliar, Galeano tem futuro indefinido no clube

Atual auxiliar técnico do São Caetano, o ex-jogador Galeano ainda não sabe em qual função vai seguir no clube. Após chegar ao Azulão para colaborar com o ex-treinador Ailton Silva, ele permaneceu no cargo mesmo com a troca de treinador e agora tem futuro indefinido.

"Vim para ser auxiliar técnico, ajudar o Ailton, e acabei permanecendo. A diretoria me passou que o objetivo principal é a Serie B, para fazer um trabalho diferente, nessa competição que será bem difícil para nós", ressaltou o ex-volante.

Há menos de um mês no clube, Galeano terá definida sua situação somente após o fim do Estadual. Mesmo rebaixado, o Azulão ainda fará a despedida da competição no domingo, diante do Paulista de Jundiaí, no Estádio Anacleto Campanella.

"Tive uma conversa com a diretoria de que poderia assumir outro cargo aqui dentro, outra função. Mas vamos conversar depois do (Campeonato) Paulista. O que ficou acertado com o presidente (Nairo Ferreira de Souza) é que independentemente do que acontecesse nesta competição, iríamos decidir somente após o fim. Teremos uma reunião para decidir isso", contou Galeano, que recentemente exerceu a função de supervisor de futebol no Palmeiras.

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