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Trecho da represa em S.Bernardo segue sem melhorias

Segunda semana de atividades percorreu 20 pontos em 54 quilômetros de extensão; não houve avanço na qualidade da água


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

12/04/2017 | 07:00


 A segunda semana da Expedição Billings constatou nenhuma ou tímida atuação do poder público ao longo dos 54 quilômetros de extensão percorridos em território de São Bernardo, nas imediações dos bairros Demarchi, Ferrazópolis e Batistini, em relação ao ano passado. A iniciativa da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), por meio do projeto IPH (Índice de Poluentes Hídricos), em parceria com a empresa ProMinent, que analisa a qualidade da água da represa pelo terceiro ano consecutivo, colheu 20 amostras do reservatório, sendo que 14 delas apontaram índices regulares ou ruins e apenas seis bons.

Especialista em recursos hídricos e coordenadora do projeto IPH/USCS, Marta Ângela Marcondes destaca que os pontos mais preocupantes estão localizados em região urbanizada e, com isso, há o despejo de esgoto doméstico no manancial sem tratamento. “Também temos o agravante de ser área cortada pelas rodovias Anchieta e Imigrantes e por trecho Rodoanel, o que contribui para a situação”, diz.

Entre os 20 pontos percorridos pelo ecoesportista Dan Robson, dez estão em situação regular em relação à qualidade da água, outros quatro apresentam condições ruins e apenas seis são tidos como bons.

No total, a expedição atravessará em sete semanas 462 quilômetros de margem e coletará amostras do líquido em 164 pontos, distribuídos entre São Bernardo (104), Capital (37), Santo André (dez), Diadema (oito), Ribeirão Pires (dois) e Rio Grande da Serra (três).

A terceira semana de trabalho percorrerá áreas localizadas em Diadema e na Capital. “Já pude constatar a presença de cianobactérias na água. É uma região complicada e que recebe esgoto do Rio Pinheiros”, observa Marta. 



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Trecho da represa em S.Bernardo segue sem melhorias

Segunda semana de atividades percorreu 20 pontos em 54 quilômetros de extensão; não houve avanço na qualidade da água

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

12/04/2017 | 07:00


 A segunda semana da Expedição Billings constatou nenhuma ou tímida atuação do poder público ao longo dos 54 quilômetros de extensão percorridos em território de São Bernardo, nas imediações dos bairros Demarchi, Ferrazópolis e Batistini, em relação ao ano passado. A iniciativa da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), por meio do projeto IPH (Índice de Poluentes Hídricos), em parceria com a empresa ProMinent, que analisa a qualidade da água da represa pelo terceiro ano consecutivo, colheu 20 amostras do reservatório, sendo que 14 delas apontaram índices regulares ou ruins e apenas seis bons.

Especialista em recursos hídricos e coordenadora do projeto IPH/USCS, Marta Ângela Marcondes destaca que os pontos mais preocupantes estão localizados em região urbanizada e, com isso, há o despejo de esgoto doméstico no manancial sem tratamento. “Também temos o agravante de ser área cortada pelas rodovias Anchieta e Imigrantes e por trecho Rodoanel, o que contribui para a situação”, diz.

Entre os 20 pontos percorridos pelo ecoesportista Dan Robson, dez estão em situação regular em relação à qualidade da água, outros quatro apresentam condições ruins e apenas seis são tidos como bons.

No total, a expedição atravessará em sete semanas 462 quilômetros de margem e coletará amostras do líquido em 164 pontos, distribuídos entre São Bernardo (104), Capital (37), Santo André (dez), Diadema (oito), Ribeirão Pires (dois) e Rio Grande da Serra (três).

A terceira semana de trabalho percorrerá áreas localizadas em Diadema e na Capital. “Já pude constatar a presença de cianobactérias na água. É uma região complicada e que recebe esgoto do Rio Pinheiros”, observa Marta. 

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