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Jardim Serrano, em Ribeirão, quer mais infra-estrutura


Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

13/09/2005 | 08:04


  

Esgoto a céu aberto, lixo espalhado pelas calçadas e falta de energia elétrica e asfalto. Essas são as principais reivindicações dos moradores do Jardim Serrano, em Ribeirão Pires. A população sofre com o mau cheiro e os ratos são presença constante no bairro. Quando chove, as ruas ficam intransitáveis por causa da lama. Além disso, parte do bairro não tem luz elétrica nas ruas.

Desde o início do ano, os moradores esperam o asfalto para a avenida Coronel Oliveira Lima. "Há seis meses houve uma reunião entre o secretário de Obras e Serviços Municipais de Ribeirão Pires, Francisco Aurélio Carpinelli, alguns vereadores e a população. Na época, nos foi dito que toda a obra, que incluiria asfalto e ligação da rede de esgoto, seria entregue até abril. A única coisa que a prefeitura fez foi a drenagem e as caixas de esgoto", afirma o aposentado Francisco de Paula Fontes, 55 anos.

Os ratos e o mau cheiro são outros problemas que têm tirado o sono dos moradores. "Quantas vezes abri a porta da minha casa e vi ratos passeando pelo quintal. Eles são tão grandes que até parecem gatos. É muito perigoso nossas crianças conviverem no meio do esgoto. Elas não podem brincar sossegadas que correm o risco de serem atacadas pelos ratos", afirma a dona de casa Alaíde Gomes dos Santos, 55 anos, que mora há 15 anos no bairro.

Cansados de esperar pelas promessas, cerca de 50 pessoas fizeram uma manifestação na manhã de segunda-feira na altura do número 3.000 da avenida Coronel Oliveira Lima. Os moradores fecharam a rua com parte do entulho que fica aglomerado nas calçadas por cerca de meia hora. "O que estamos fazendo hoje (segunda-feira) é só um aviso. Se dentro de um mês não for tomada nenhuma providência, vamos fazer um protesto maior", avisa Fontes, que também é líder comunitário do bairro.

"Quando começaram a fazer as caixas de esgoto, ficamos animados. Pensávamos que tudo seria resolvido. No entanto, a promessa de que as obras da rua estariam prontas dentro de 60 dias não foi cumprida", diz o armador José Pereira dos Santos, 47 anos.

Apesar das reivindicações, os moradores não creditam a falta de asfalto à prefeitura. "A parte que a administração municipal deveria fazer foi feita. O problema é uma verba que o governo do Estado prometeu para o nosso bairro e até agora, segundo o próprio prefeito (Clóvis Volpi), não saiu", diz Fontes.

O secretário de Obras e Serviços Municipais de Ribeirão Pires, Francisco Aurélio Carpinelli, afirmou que o governador Geraldo Alckmin assinou na última sexta-feira a liberação da verba – cerca de R$ 650 mil. "Fiquei muito feliz em saber hoje (segunda-feira) que o governador liberou o dinheiro para fazermos o asfalto. Amanhã (nesta terça-feira) estaremos enviando a documentação para que a licitação seja feita. Acredito que dentro de 30 dias a parte burocrática seja concluída e começaremos as obras", diz.



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Jardim Serrano, em Ribeirão, quer mais infra-estrutura

Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

13/09/2005 | 08:04


  

Esgoto a céu aberto, lixo espalhado pelas calçadas e falta de energia elétrica e asfalto. Essas são as principais reivindicações dos moradores do Jardim Serrano, em Ribeirão Pires. A população sofre com o mau cheiro e os ratos são presença constante no bairro. Quando chove, as ruas ficam intransitáveis por causa da lama. Além disso, parte do bairro não tem luz elétrica nas ruas.

Desde o início do ano, os moradores esperam o asfalto para a avenida Coronel Oliveira Lima. "Há seis meses houve uma reunião entre o secretário de Obras e Serviços Municipais de Ribeirão Pires, Francisco Aurélio Carpinelli, alguns vereadores e a população. Na época, nos foi dito que toda a obra, que incluiria asfalto e ligação da rede de esgoto, seria entregue até abril. A única coisa que a prefeitura fez foi a drenagem e as caixas de esgoto", afirma o aposentado Francisco de Paula Fontes, 55 anos.

Os ratos e o mau cheiro são outros problemas que têm tirado o sono dos moradores. "Quantas vezes abri a porta da minha casa e vi ratos passeando pelo quintal. Eles são tão grandes que até parecem gatos. É muito perigoso nossas crianças conviverem no meio do esgoto. Elas não podem brincar sossegadas que correm o risco de serem atacadas pelos ratos", afirma a dona de casa Alaíde Gomes dos Santos, 55 anos, que mora há 15 anos no bairro.

Cansados de esperar pelas promessas, cerca de 50 pessoas fizeram uma manifestação na manhã de segunda-feira na altura do número 3.000 da avenida Coronel Oliveira Lima. Os moradores fecharam a rua com parte do entulho que fica aglomerado nas calçadas por cerca de meia hora. "O que estamos fazendo hoje (segunda-feira) é só um aviso. Se dentro de um mês não for tomada nenhuma providência, vamos fazer um protesto maior", avisa Fontes, que também é líder comunitário do bairro.

"Quando começaram a fazer as caixas de esgoto, ficamos animados. Pensávamos que tudo seria resolvido. No entanto, a promessa de que as obras da rua estariam prontas dentro de 60 dias não foi cumprida", diz o armador José Pereira dos Santos, 47 anos.

Apesar das reivindicações, os moradores não creditam a falta de asfalto à prefeitura. "A parte que a administração municipal deveria fazer foi feita. O problema é uma verba que o governo do Estado prometeu para o nosso bairro e até agora, segundo o próprio prefeito (Clóvis Volpi), não saiu", diz Fontes.

O secretário de Obras e Serviços Municipais de Ribeirão Pires, Francisco Aurélio Carpinelli, afirmou que o governador Geraldo Alckmin assinou na última sexta-feira a liberação da verba – cerca de R$ 650 mil. "Fiquei muito feliz em saber hoje (segunda-feira) que o governador liberou o dinheiro para fazermos o asfalto. Amanhã (nesta terça-feira) estaremos enviando a documentação para que a licitação seja feita. Acredito que dentro de 30 dias a parte burocrática seja concluída e começaremos as obras", diz.

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