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Eder sugere negociação
da dívida aberta ao povo

O vereador de São Caetano quer audiências com as empresas
credoras para que transparência do processo seja ressaltada


Beto Silva
do Diário do Grande ABC

03/03/2013 | 07:21


O vereador de São Caetano Eder Xavier (PCdoB) sugere que as dívidas da Prefeitura com credores sejam negociadas de maneira aberta, com presença de vereadores e população, para que a transparência do processo seja ressaltada.

O parlamentar defende que o prefeito, Paulo Pinheiro (PMDB), presida audiências na Câmara e trate do assunto com as empresas. O peemedebista divulgou dívida de R$ 264,5 milhões, com 327 empresas e pessoas jurídicas.

"Seria uma espécie de leilão ao contrário, para abaixar o preço. É chamar os empresários e ver o que eles podem oferecer para a cidade, de maneira aberta e transparente. É construir junto com o Legislativo e o Executivo. Eles podem contribuir com o desenvolvimento do município, que está numa situação financeira ruim", defendeu Eder Xavier, ao ressaltar que o eleitorado, escolhendo o peemedebista para o comando do Palácio da Cerâmica, optou pela "mudança de mentalidade".

"Tínhamos uma caixa-preta, igual à de avião, que só é aberta quando acontece um acidente grave. Esse tempo passou", discorreu o comunista.

Segundo o vereador, a renegociação da dívida não significa que haverá calote, mas faz um alerta. "Vamos ver o interesse das empresas em colaborar, porque os débitos podem virar precatórios."

Eder Xavier destaca que segundo levantamento feito pela entidade que preside, a Aseam (Associação São-caetanense Emília Alfredo Manganotti), o TCE (Tribunal de Contas do Estado) julgou irregulares contratos que somam R$ 800 milhões nas duas gestões anteriores (2005 a 2012).

"A Prefeitura está devendo para muitas dessas empresas que tiveram acordos condenados. Significa que é possível rever alguns valores e baixar a dívida. Mas tudo tem de ser de maneira transparente. É jogo aberto", repetiu o parlamentar, para em seguida filosofar. "Temos de fincar nos alicerces da rocha da transparência, não na areia. Temos compromisso com o povo."

Advogado, Eder foi um dos mais combativos à administração anterior, comandada por José Auricchio Júnior (PTB), e diz que continuará com a veia fiscalizatória na atual gestão. "Tenho quatro filhos, dois netos, e como todas as pessoas, minhas paixões, minhas vaidades, meus interesses, mas quero contribuir para uma cidade melhor, com as coisas conduzidas de maneira séria e transparente."



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Eder sugere negociação
da dívida aberta ao povo

O vereador de São Caetano quer audiências com as empresas
credoras para que transparência do processo seja ressaltada

Beto Silva
do Diário do Grande ABC

03/03/2013 | 07:21


O vereador de São Caetano Eder Xavier (PCdoB) sugere que as dívidas da Prefeitura com credores sejam negociadas de maneira aberta, com presença de vereadores e população, para que a transparência do processo seja ressaltada.

O parlamentar defende que o prefeito, Paulo Pinheiro (PMDB), presida audiências na Câmara e trate do assunto com as empresas. O peemedebista divulgou dívida de R$ 264,5 milhões, com 327 empresas e pessoas jurídicas.

"Seria uma espécie de leilão ao contrário, para abaixar o preço. É chamar os empresários e ver o que eles podem oferecer para a cidade, de maneira aberta e transparente. É construir junto com o Legislativo e o Executivo. Eles podem contribuir com o desenvolvimento do município, que está numa situação financeira ruim", defendeu Eder Xavier, ao ressaltar que o eleitorado, escolhendo o peemedebista para o comando do Palácio da Cerâmica, optou pela "mudança de mentalidade".

"Tínhamos uma caixa-preta, igual à de avião, que só é aberta quando acontece um acidente grave. Esse tempo passou", discorreu o comunista.

Segundo o vereador, a renegociação da dívida não significa que haverá calote, mas faz um alerta. "Vamos ver o interesse das empresas em colaborar, porque os débitos podem virar precatórios."

Eder Xavier destaca que segundo levantamento feito pela entidade que preside, a Aseam (Associação São-caetanense Emília Alfredo Manganotti), o TCE (Tribunal de Contas do Estado) julgou irregulares contratos que somam R$ 800 milhões nas duas gestões anteriores (2005 a 2012).

"A Prefeitura está devendo para muitas dessas empresas que tiveram acordos condenados. Significa que é possível rever alguns valores e baixar a dívida. Mas tudo tem de ser de maneira transparente. É jogo aberto", repetiu o parlamentar, para em seguida filosofar. "Temos de fincar nos alicerces da rocha da transparência, não na areia. Temos compromisso com o povo."

Advogado, Eder foi um dos mais combativos à administração anterior, comandada por José Auricchio Júnior (PTB), e diz que continuará com a veia fiscalizatória na atual gestão. "Tenho quatro filhos, dois netos, e como todas as pessoas, minhas paixões, minhas vaidades, meus interesses, mas quero contribuir para uma cidade melhor, com as coisas conduzidas de maneira séria e transparente."

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