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Será que Marin aguenta?

Presidente da CBF e do COL ficará novamente diante dos holofotes e a pressão por sua saída do cargo crescerá.


Especial para o Diário

19/03/2013 | 00:00


Quando retornar ao Brasil, ele poderá depor sobre relações com torturador e delegado Paranhos Fleury. Mais: Libertadores e Neymar. Seleção Brasileira está na Europa para dois amistosos contra equipes de tradição: Itália e Rússia. Serão bons testes, porque o técnico precisa definir o seu time que em breve vai estrear na Copa das Confederações. O presidente da CBF e do COL ficará, José Maria Marin, novamente, diante dos holofotes e a pressão por sua saída do cargo crescerá.

Marin vem resistindo e dá a impressão de que a coisa não é com ele. Sabe-se que, verdadeiramente, a organização da Copa de 2014 está sendo comandada pelo governo federal e Marin faz um papel de figurante. Não manda nada na CBF e no COL, e vai tentando criar o mínimo de atrito possível.

DELEGADO PARANHOS

Quando retornar ao Brasil, na semana que vem, Marin poderá ser intimado a depor na Comissão Nacional da Verdade. Será um constrangimento e uma dificuldade explicar suas relações com o torturador e delegado Sérgio Paranhos Fleury.

Qualquer aposta sobre a permanência ou saída de Marin é arriscada. Mas a pressão está crescendo e não sei se ele vai aguentar.

PÚBLICO NA LIBERTADORES

Quinta-feira (dia 14), o estádio de Sarandi deu um bom exemplo do desprestígio desta primeira fase da Libertadores. Pouquíssima gente tem ido acompanhar os seus times em alguns estádios. Isso tem se repetido em vários países. Exceção, por enquanto, só no Brasil.

A competição está inchada, graças aos compromissos comerciais e políticos da Conmebol, inclusive com a presença de mexicanos. É sempre bom lembrar que, caso um deles ganhe a Libertadores, não disputaria o Mundial Interclubes, porque pertence a outra confederação. A audiência das emissoras de televisão vem caindo a cada ano e os patrocinadores têm percebido esse problema. Repare que o desinteresse nas arquibancadas e nas poltronas desmoraliza a competição, que poderia ser mais enxuta.

Quem viver verá: se não mudar esse modelo, a Libertadores, tão charmosa para clubes tradicionais do continente, ficará parecida com uma competição de terceira categoria.

NÃO ENCHE, MEU!

Neymar, pela primeira vez, deu a impressão de que não está suportando mais os mesmos comentários e perguntas sobre a sua situação atual e o futuro que o aguarda.

Ele negou que tivesse chegado ao treino de sexta-feira (dia 15) com atraso e ressaltou que não aguenta mais responder se vai continuar no Santos ou se transferir para a Europa.

Caso estivesse jogando bem, Neymar não ficaria irritado com os comentários e as perguntas dos repórteres. Acontece que seu belo futebol não está sendo repetido nas últimas partidas. Desta forma, cresce mesmo a especulação.



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Será que Marin aguenta?

Presidente da CBF e do COL ficará novamente diante dos holofotes e a pressão por sua saída do cargo crescerá.

Especial para o Diário

19/03/2013 | 00:00


Quando retornar ao Brasil, ele poderá depor sobre relações com torturador e delegado Paranhos Fleury. Mais: Libertadores e Neymar. Seleção Brasileira está na Europa para dois amistosos contra equipes de tradição: Itália e Rússia. Serão bons testes, porque o técnico precisa definir o seu time que em breve vai estrear na Copa das Confederações. O presidente da CBF e do COL ficará, José Maria Marin, novamente, diante dos holofotes e a pressão por sua saída do cargo crescerá.

Marin vem resistindo e dá a impressão de que a coisa não é com ele. Sabe-se que, verdadeiramente, a organização da Copa de 2014 está sendo comandada pelo governo federal e Marin faz um papel de figurante. Não manda nada na CBF e no COL, e vai tentando criar o mínimo de atrito possível.

DELEGADO PARANHOS

Quando retornar ao Brasil, na semana que vem, Marin poderá ser intimado a depor na Comissão Nacional da Verdade. Será um constrangimento e uma dificuldade explicar suas relações com o torturador e delegado Sérgio Paranhos Fleury.

Qualquer aposta sobre a permanência ou saída de Marin é arriscada. Mas a pressão está crescendo e não sei se ele vai aguentar.

PÚBLICO NA LIBERTADORES

Quinta-feira (dia 14), o estádio de Sarandi deu um bom exemplo do desprestígio desta primeira fase da Libertadores. Pouquíssima gente tem ido acompanhar os seus times em alguns estádios. Isso tem se repetido em vários países. Exceção, por enquanto, só no Brasil.

A competição está inchada, graças aos compromissos comerciais e políticos da Conmebol, inclusive com a presença de mexicanos. É sempre bom lembrar que, caso um deles ganhe a Libertadores, não disputaria o Mundial Interclubes, porque pertence a outra confederação. A audiência das emissoras de televisão vem caindo a cada ano e os patrocinadores têm percebido esse problema. Repare que o desinteresse nas arquibancadas e nas poltronas desmoraliza a competição, que poderia ser mais enxuta.

Quem viver verá: se não mudar esse modelo, a Libertadores, tão charmosa para clubes tradicionais do continente, ficará parecida com uma competição de terceira categoria.

NÃO ENCHE, MEU!

Neymar, pela primeira vez, deu a impressão de que não está suportando mais os mesmos comentários e perguntas sobre a sua situação atual e o futuro que o aguarda.

Ele negou que tivesse chegado ao treino de sexta-feira (dia 15) com atraso e ressaltou que não aguenta mais responder se vai continuar no Santos ou se transferir para a Europa.

Caso estivesse jogando bem, Neymar não ficaria irritado com os comentários e as perguntas dos repórteres. Acontece que seu belo futebol não está sendo repetido nas últimas partidas. Desta forma, cresce mesmo a especulação.

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