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Correios não vão ficar à frente do plano de banda larga do governo


Da Agência Brasil

01/04/2010 | 07:00


O novo ministro das Comunicações, José Artur Filardi, que assumiu a Pasta ontem no lugar de Hélio Costa, descartou a possibilidade de os Correios ficarem com a responsabilidade de implementar o Plano Nacional de Banda Larga. A estatal vinha sendo cotada junto com a Telebrás como possível instrumento do governo para fazer a internet rápida chegar aos lugares mais difíceis do País.

"Isso (a possibilidade dos Correios assumirem a banda larga) saiu agora. Não sei por que. Não há menor possibilidade. Não vi ninguém no ministério falando nisso e está fora de cogitação", disse Filardi, após cerimônia em que tomou posse. Ele afirmou ainda que não tem preferência por algum modelo de rádio digital e preferiu não entrar em detalhes técnicos sobre o assunto porque, alegou, ainda não está informado sobre isso.

Mesmo assim, segundo Filardi, a escolha do padrão a ser seguido será embasada por estudos e diretrizes prévias que já foram definidas pelo ministério.

"Até hoje, não se conseguiu dizer exatamente o padrão a ser seguido. Mas podem ter certeza que as diretrizes foram hoje iniciadas nessa portaria (divulgada ontem no Diário Oficial da União)", afirmou.

Ele também comentou o fato de sua mulher, Patrícia Leite, ter em seu nome uma emissora de rádio. De acordo com Filardi, não há impedimentos legais para que ela permaneça como sócia do veículo. Mas, caso haja algum questionamento, a comissão de ética da Presidência da República será convocada. "Aí, nós estudaremos o que fazer", disse o ministro.



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Correios não vão ficar à frente do plano de banda larga do governo

Da Agência Brasil

01/04/2010 | 07:00


O novo ministro das Comunicações, José Artur Filardi, que assumiu a Pasta ontem no lugar de Hélio Costa, descartou a possibilidade de os Correios ficarem com a responsabilidade de implementar o Plano Nacional de Banda Larga. A estatal vinha sendo cotada junto com a Telebrás como possível instrumento do governo para fazer a internet rápida chegar aos lugares mais difíceis do País.

"Isso (a possibilidade dos Correios assumirem a banda larga) saiu agora. Não sei por que. Não há menor possibilidade. Não vi ninguém no ministério falando nisso e está fora de cogitação", disse Filardi, após cerimônia em que tomou posse. Ele afirmou ainda que não tem preferência por algum modelo de rádio digital e preferiu não entrar em detalhes técnicos sobre o assunto porque, alegou, ainda não está informado sobre isso.

Mesmo assim, segundo Filardi, a escolha do padrão a ser seguido será embasada por estudos e diretrizes prévias que já foram definidas pelo ministério.

"Até hoje, não se conseguiu dizer exatamente o padrão a ser seguido. Mas podem ter certeza que as diretrizes foram hoje iniciadas nessa portaria (divulgada ontem no Diário Oficial da União)", afirmou.

Ele também comentou o fato de sua mulher, Patrícia Leite, ter em seu nome uma emissora de rádio. De acordo com Filardi, não há impedimentos legais para que ela permaneça como sócia do veículo. Mas, caso haja algum questionamento, a comissão de ética da Presidência da República será convocada. "Aí, nós estudaremos o que fazer", disse o ministro.

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