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Cacilda Becker, em São Bernardo, voltou a funcionar em agosto, mas ainda faltam reparos


Miriam Gimenes

27/12/2017 | 07:00


 Manifestações artísticas deixaram de ser feitas no palco do Teatro Cacilda Becker, em São Bernardo, nos últimos sete anos. Isso até o dia 20 de agosto, data em que o espaço, que fica no subsolo do Paço Municipal, foi entregue para a população com show do Demônios da Garoa – em ocasião do aniversário do município – após passar por reforma. De lá para cá, foram 39 espetáculos feitos em seu palco, que ainda deve sofrer reparos. “Nós deixamos o teatro funcional. Para ficar no ponto falta pouco”, garante o diretor de Cultura, Adalberto Guazelli. Ele se refere ao tablado do teatro, inaugurado em 1969.

Por conta do espaço ter abrigado a Câmara Municipal de 2011 a 2012, já que o novo prédio do Legislativo estava em construção, foi feito um forro de compensado, que está afundando. “Como janeiro é um mês mais fraco (de espetáculo) estou conversando com marceneiros para que eles vejam a situação, quanto custa para restaurarmos o palco original”, explica. Assim que tiver o orçamento em mãos, o diretor pretende procurar amigos da iniciativa privada para custear o restauro.

Por enquanto, conforme o Diário constatou, já foram reformados os banheiros, que estavam quase todos entupidos, foi colocada nova bomba, que com a elevação da água é acionada automaticamente, retirando a água de chuva – o que evita as enchentes dentro do espaço, como ocorreu no início do ano –, os técnicos arrumaram toda fiação, que estava desligada e sem identificação e, consecutivamente, a iluminação cênica, as paredes foram rebocadas e pintadas e o camarim ganhou espelhos, vindos do Teatro Elis Regina. O ar condicionado também voltou a funcionar. “Foi importante colocá-lo na ativa depois de sete anos. Ninguém mais lembrava do Cacilda e, agora, os produtores já estão nos procurando para usá-lo”, garante o diretor. O aluguel do local custa R$ 3.952,34.

Outro fator que deverá ajudar nas produções e na comodidade do público, acrescenta Guazelli, é a reabertura do estacionamento do Paço, com capacidade para 264 carros, que estava fechado desde 2015. O prefeito Orlando Morando (PSDB) prometeu o fim das obras para meados de janeiro.

O diretor pretende ainda, mais para frente, aumentar a capacidade do teatro, que hoje abriga 350 pessoas, para 414. É que as duas fileiras de cadeiras que tiveram de ser retiradas por conta da avaria decorrente da enchente devem ser recolocadas.

ELIS REGINA
Nas próximas semanas, projeto encomendado pelo município para reforma do Teatro Elis Regina deve ser finalizado. Com ele em mãos, o município vai entrar em contato com o Ministério da Cultura para pleitear a liberação da verba de R$ 2 milhões para para custeio da obra. O espaço foi fechado em janeiro por conta do estado de má conservação e por não oferecer itens de segurança obrigatórios para funcionar, como o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).



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Cacilda Becker, em São Bernardo, voltou a funcionar em agosto, mas ainda faltam reparos

Miriam Gimenes

27/12/2017 | 07:00


 Manifestações artísticas deixaram de ser feitas no palco do Teatro Cacilda Becker, em São Bernardo, nos últimos sete anos. Isso até o dia 20 de agosto, data em que o espaço, que fica no subsolo do Paço Municipal, foi entregue para a população com show do Demônios da Garoa – em ocasião do aniversário do município – após passar por reforma. De lá para cá, foram 39 espetáculos feitos em seu palco, que ainda deve sofrer reparos. “Nós deixamos o teatro funcional. Para ficar no ponto falta pouco”, garante o diretor de Cultura, Adalberto Guazelli. Ele se refere ao tablado do teatro, inaugurado em 1969.

Por conta do espaço ter abrigado a Câmara Municipal de 2011 a 2012, já que o novo prédio do Legislativo estava em construção, foi feito um forro de compensado, que está afundando. “Como janeiro é um mês mais fraco (de espetáculo) estou conversando com marceneiros para que eles vejam a situação, quanto custa para restaurarmos o palco original”, explica. Assim que tiver o orçamento em mãos, o diretor pretende procurar amigos da iniciativa privada para custear o restauro.

Por enquanto, conforme o Diário constatou, já foram reformados os banheiros, que estavam quase todos entupidos, foi colocada nova bomba, que com a elevação da água é acionada automaticamente, retirando a água de chuva – o que evita as enchentes dentro do espaço, como ocorreu no início do ano –, os técnicos arrumaram toda fiação, que estava desligada e sem identificação e, consecutivamente, a iluminação cênica, as paredes foram rebocadas e pintadas e o camarim ganhou espelhos, vindos do Teatro Elis Regina. O ar condicionado também voltou a funcionar. “Foi importante colocá-lo na ativa depois de sete anos. Ninguém mais lembrava do Cacilda e, agora, os produtores já estão nos procurando para usá-lo”, garante o diretor. O aluguel do local custa R$ 3.952,34.

Outro fator que deverá ajudar nas produções e na comodidade do público, acrescenta Guazelli, é a reabertura do estacionamento do Paço, com capacidade para 264 carros, que estava fechado desde 2015. O prefeito Orlando Morando (PSDB) prometeu o fim das obras para meados de janeiro.

O diretor pretende ainda, mais para frente, aumentar a capacidade do teatro, que hoje abriga 350 pessoas, para 414. É que as duas fileiras de cadeiras que tiveram de ser retiradas por conta da avaria decorrente da enchente devem ser recolocadas.

ELIS REGINA
Nas próximas semanas, projeto encomendado pelo município para reforma do Teatro Elis Regina deve ser finalizado. Com ele em mãos, o município vai entrar em contato com o Ministério da Cultura para pleitear a liberação da verba de R$ 2 milhões para para custeio da obra. O espaço foi fechado em janeiro por conta do estado de má conservação e por não oferecer itens de segurança obrigatórios para funcionar, como o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).

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