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Caso de Stang deverá ter solução rápida, diz ministro da Justiça


Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

14/02/2005 | 18:31


O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, garantiu nesta segunda-feira que o governo agirá com todo o rigor necessário para punir os responsáveis pela morte da missionária Dorothy Stang, 73 anos, assassinada com seis tiros na madrugada do último sábado, em Anapu, no Pará. A reação do Estado tem "que ser dura, implacável", disse Bastos.

O ministro lamentou o fato, dizendo que conhecia pessoalmente a freira norte-americana e seu trabalho. Naturalizada brasileira, Dorothy atuava junto a comunidades de colonos e assentados no norte do país, área de grande disputa econômica, envolvendo grileiros de terras públicas.

Márcio Thomaz Bastos informou que está acompanhando as investigações em Altamira (PA) e que conversou, na manhã desta segunda, com o diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Lacerda, e com a representantes da Superintendência da PF naquele Estado. "O que existe lá é uma terra em situação de tensão, onde não existia a presença do Estado, e agora estão atuando os Ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e da Integração Nacional, tornando a exploração econômica um trabalho organizado, e não predatório. E isso está provocando uma reação muito grande de pessoas que não estão acostumadas à convivência democrática e civilizada, nem a se submeterem ao império da Lei", declarou o ministro.

Bastos disse que espera uma solução rápida porque já existem vários suspeitos e três mandados de prisão decretados. Como a região é muito grande e as buscas estão sendo dificultadas ainda pelo tempo chuvoso, o governo enviou reforços, incluindo um avião. "Vamos dar uma resposta dura, que mostre que ninguém pode enfrentar o Estado de direito no Brasil", afirmou Bastos.



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