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No Morumbi, São Paulo faz 3 a 1 em argentinos do Quilmes


Do Diário OnLine

14/04/2005 | 00:13


Jogando em casa, o São Paulo venceu por 3 a 1 nesta quarta-feira a partida contra o argentino Quilmes, no estádio do Morumbi, pela Taça Libertadores da América-2005. Com a vitória, o Tricolor assume a liderança do Grupo 3, com oito pontos, seguido pelo Universidad Católica (Chile), que tem sete, o Quilmes, com quatro, e o The Strongest (Bolívia), também com quatro.

O resultado garantiu a invencibilidade do São Paulo na Libertadores em partidas disputadas em casa. O time não tinha um resultado negativo no Morumbi pela competição desde 1987, quando foi derrotado pelo chileno Colo Colo por 2 a 1. Desde então, são 23 partidas sem perder - 21 vitórias e três empates .

A noite foi de Diego Tardelli. Após um início de partida sem grandes jogadas por ambos os lados, o centroavante abriu o placar aos 31 minutos do primeiro tempo, aproveitando um rebote dado pelo goleiro Pontiroli. O gol animou a equipe do técnico Leão e o jogador. Na volta do intervalo, ele marcou seu segundo aos 8min, numa sobra de Danilo.

Mas a comemoração acabou provocando um erro da defesa são-paulina. Apenas dois minutos depois, os jogadores do Tricolor erraram na linha de impedimento e Rueda marcou de cabeça. O time do Morumbi só conseguiu se recuperar aos 36min. O goleiro Rogério Ceni cobrou uma falta da meia esquerda e Cicinho aproveitou a jogada para garantir a alegria dos torcedores no Morumbi.

O São Paulo volta a jogar no próximo domingo pelo Campeonato Paulista. Campeão por antecipação, o time cumpre tabela contra o Mogi Mirim, fora de casa.

Racismo – O jogador Grafite sofreu um episódio de racismo no jogo desta quarta. Numa confusão com dois jogadores do Quilmes, o meia Arano e o zagueiro Desabato, o são-paulino foi chamado várias vezes de "negro" pelo segundo. O tumulto rendeu a expulsão de Grafite e de Arano pelo árbitro uruguaio Martín Vazquez.

Após o fim da partida, o delegado do Garra Oswaldo Nico Gonçalves conduziu o argentino ao 34º Distrito Policial, onde seria registrada queixa contra ele. A pena para esse tipo de crime no Brasil pode variar de um a três anos.



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