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Luz sobre os fatos


Do Diário do Grande ABC

21/08/2019 | 11:30


Dinheiro público requer cuidados redobrados. Quem recebe qualquer quantia tem a obrigação legal de informar de que forma o utilizou, afinal de contas, trata-se de recurso advindo dos impostos recolhidos pela população e, portanto, os cidadãos têm todo o direito de saber qual foi a sua destinação.

Quem capta esse tipo de verba, por melhor que sejam as suas intenções, deve ter em mente o bônus e o ônus gerados pelo repasse. Tem o dever e a obrigação de saber que tal montante não lhe pertence e que apenas lhe foi entregue para que possa utilizá-lo na organização de atividade previamente determinada. Sem desvios de rota, gastos indevidos ou nebulosos.

A prestação de contas é, ou deveria ser, a maior das preocupações. Se recebeu, é mais do que esperado que exiba documentação que comprove o que pagou, quanto pagou e para quem pagou. Pois, se assim não o fizer, estará sujeito aos rigores da lei, já que existem órgãos fiscalizadores e controladores criados exatamente para realizar este tipo de monitoramento.

Quem não age com clareza precisa ter a convicção de que precisará se explicar. Se não proceder dessa maneira, não adianta de nada apelar ao jus sperniandi, ou direito de espernear.

Assim foi com o Natal Iluminado, evento realizado em 2016 e que nos dias atuais tem o brilho ofuscado pela forma nebulosa com que a gestão à frente da Aciscs (Associação Comercial e Industrial de São Caetano) na época tratou da comprovação de uso do R$ 1 milhão repassado pela Prefeitura. Até recibo de cerveja foi apresentado.

Com a Comissão Parlamentar de Inquérito instaurada na Câmara da cidade e primeira reunião marcada para a próxima semana, a Aciscs terá incentivo a mais para se mexer e cobrar do presidente da época que se explique. Desde que o problema foi detectado, várias foram as chances que ele teve para colocar tudo às claras. Entretanto, sabe-se lá por quais motivos, nada apresentou. Preferiu o silêncio ou o uso de expressões evasivas quando questionado. Veremos se na sede do Legislativo continuará a agir da mesma forma. 



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Luz sobre os fatos

Do Diário do Grande ABC

21/08/2019 | 11:30


Dinheiro público requer cuidados redobrados. Quem recebe qualquer quantia tem a obrigação legal de informar de que forma o utilizou, afinal de contas, trata-se de recurso advindo dos impostos recolhidos pela população e, portanto, os cidadãos têm todo o direito de saber qual foi a sua destinação.

Quem capta esse tipo de verba, por melhor que sejam as suas intenções, deve ter em mente o bônus e o ônus gerados pelo repasse. Tem o dever e a obrigação de saber que tal montante não lhe pertence e que apenas lhe foi entregue para que possa utilizá-lo na organização de atividade previamente determinada. Sem desvios de rota, gastos indevidos ou nebulosos.

A prestação de contas é, ou deveria ser, a maior das preocupações. Se recebeu, é mais do que esperado que exiba documentação que comprove o que pagou, quanto pagou e para quem pagou. Pois, se assim não o fizer, estará sujeito aos rigores da lei, já que existem órgãos fiscalizadores e controladores criados exatamente para realizar este tipo de monitoramento.

Quem não age com clareza precisa ter a convicção de que precisará se explicar. Se não proceder dessa maneira, não adianta de nada apelar ao jus sperniandi, ou direito de espernear.

Assim foi com o Natal Iluminado, evento realizado em 2016 e que nos dias atuais tem o brilho ofuscado pela forma nebulosa com que a gestão à frente da Aciscs (Associação Comercial e Industrial de São Caetano) na época tratou da comprovação de uso do R$ 1 milhão repassado pela Prefeitura. Até recibo de cerveja foi apresentado.

Com a Comissão Parlamentar de Inquérito instaurada na Câmara da cidade e primeira reunião marcada para a próxima semana, a Aciscs terá incentivo a mais para se mexer e cobrar do presidente da época que se explique. Desde que o problema foi detectado, várias foram as chances que ele teve para colocar tudo às claras. Entretanto, sabe-se lá por quais motivos, nada apresentou. Preferiu o silêncio ou o uso de expressões evasivas quando questionado. Veremos se na sede do Legislativo continuará a agir da mesma forma. 

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