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Cadê o pneu do EcoSport?

Dérek Bittencourt/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

16/08/2019 | 08:55


A Ford anunciou há alguns dias uma medida para tentar ser mais competitiva entre SUVs de entrada no mercado brasileiro. Perdendo terreno para Renegade, Compass e Creta, a EcoSport ganhou descontos que chegam a R$ 9.300 em toda a linha 2020 na tentativa de melhorar as vendas. O modelo mais barato é o SE 1.5 manual, que sai a partir de R$ 71.990, enquanto a Titanium 1.5 automática ficou a R$ 92.990. E esta última, inclusive, perdeu o estepe na tampa traseira – símbolo do carro desde sua primeira aparição, em 2003.

Aliás, nesta versão o pneu sobressalente não existe – eliminando 13 kg do carro. Isso porque a EcoSport Titanium é primeira da categoria equipada com a tecnologia run flat tire (até então restrita aos carros de luxo), que conta com laterais reforçadas que permitem continuar rodando mesmo se um deles furar, perdendo totalmente a pressão. O carro ainda pode rodar 80 quilômetros em um limite de velocidade de 80 km/h até encontrar um borracheiro, sem grandes mudanças comportamentais no veículo. No porta-malas, entretanto, um kit reparo (composto de compressor elétrico e frasco de líquido selante) pode aumentar para 200 quilômetros essa “autonomia” para devida resposição – mas prepare o bolso, porque um deste é mais caro do que o convencional, custando a partir de R$ 700 na internet.

O visual esportivo que esta segunda geração da EcoSport ganhou em 2017 deixou a SUV muito charmosa. As linhas frontais e laterais são de encher os olhos pela beleza e certa agressividade. Na versão Titanium, o estepe ausente na porta geladeira do bagageiro era um pedido antigo dos consumidores – muitos buscavam oficinas para realizar adaptações e retirar tanto pneu quanto suporte.

Internamente, há espaço e conforto para os passageiros que vão à frente, com regulagens e ajustes nos bancos e volante. Entretanto, quem vai atrás não conta com tanto lugar para as pernas, situação um tanto quanto incoerente para um veículo deste porte.

Equipado com sistemas multimídia Sync 3 (com tela de oito polegadas sensível ao toque) e aparelhagem de som da Sony, nesta parte o proprietário ou passageiro está muito bem servido.

O motor é o 1.5 Ti-VCT flex de 137 cavalos e conta com transmissão automática de seis velocidades – além da possibilidade de utilizar os paddle shifts, ou câmbio borboleta de troca manual logo atrás do volante. O refinamento acústico da cabine merece devido reconhecimento. 



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Cadê o pneu do EcoSport?

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

16/08/2019 | 08:55


A Ford anunciou há alguns dias uma medida para tentar ser mais competitiva entre SUVs de entrada no mercado brasileiro. Perdendo terreno para Renegade, Compass e Creta, a EcoSport ganhou descontos que chegam a R$ 9.300 em toda a linha 2020 na tentativa de melhorar as vendas. O modelo mais barato é o SE 1.5 manual, que sai a partir de R$ 71.990, enquanto a Titanium 1.5 automática ficou a R$ 92.990. E esta última, inclusive, perdeu o estepe na tampa traseira – símbolo do carro desde sua primeira aparição, em 2003.

Aliás, nesta versão o pneu sobressalente não existe – eliminando 13 kg do carro. Isso porque a EcoSport Titanium é primeira da categoria equipada com a tecnologia run flat tire (até então restrita aos carros de luxo), que conta com laterais reforçadas que permitem continuar rodando mesmo se um deles furar, perdendo totalmente a pressão. O carro ainda pode rodar 80 quilômetros em um limite de velocidade de 80 km/h até encontrar um borracheiro, sem grandes mudanças comportamentais no veículo. No porta-malas, entretanto, um kit reparo (composto de compressor elétrico e frasco de líquido selante) pode aumentar para 200 quilômetros essa “autonomia” para devida resposição – mas prepare o bolso, porque um deste é mais caro do que o convencional, custando a partir de R$ 700 na internet.

O visual esportivo que esta segunda geração da EcoSport ganhou em 2017 deixou a SUV muito charmosa. As linhas frontais e laterais são de encher os olhos pela beleza e certa agressividade. Na versão Titanium, o estepe ausente na porta geladeira do bagageiro era um pedido antigo dos consumidores – muitos buscavam oficinas para realizar adaptações e retirar tanto pneu quanto suporte.

Internamente, há espaço e conforto para os passageiros que vão à frente, com regulagens e ajustes nos bancos e volante. Entretanto, quem vai atrás não conta com tanto lugar para as pernas, situação um tanto quanto incoerente para um veículo deste porte.

Equipado com sistemas multimídia Sync 3 (com tela de oito polegadas sensível ao toque) e aparelhagem de som da Sony, nesta parte o proprietário ou passageiro está muito bem servido.

O motor é o 1.5 Ti-VCT flex de 137 cavalos e conta com transmissão automática de seis velocidades – além da possibilidade de utilizar os paddle shifts, ou câmbio borboleta de troca manual logo atrás do volante. O refinamento acústico da cabine merece devido reconhecimento. 

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