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PDT organiza nova convenção, apoia Marilza e entra em guerra


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

17/09/2020 | 00:03


Após intervenção da cúpula estadual, o PDT de Rio Grande da Serra refez sua convenção ontem, indicando apoio à candidatura da vice-prefeita Marilza de Oliveira (PSD) à Prefeitura.

A nova direção, sob comando de Mariano Dias do Carmo, argumentou que a antiga deliberação foi anulada – a adesão tinha sido encaminhada para o ex-vereador Claudinho da Geladeira (Podemos).

“Temos segurança jurídica sobre essa convenção. Lá atrás havia debate sobre apoiar a Marilza, fui fiel a esse debate. O PDT é um partido de esquerda, enquanto o Podemos tem linha de direita. Não havia combinação de ideais, não era coerente”, discorreu Carmo.

O PDT desenhava candidatura própria com o ex-secretário de Comunicação Gilvan Mendonça. Ele desistiu da pré-candidatura para dar suporte a Claudinho, movimento que não foi endossado pela coordenação regional, a cargo de Júnior Orosco (PDT). O caso se transformou em batalha interna, ainda mais porque, no dia 5, a direção realizou a convenção que garantiu adesão a Claudinho.

Sandro Carvalho, presidente destituído, assegurou que a nova convenção é irregular. Citou que não foi comunicado de sua destituição, que há suspeita de fraude no processo – por cancelamento da atividade em data retroativa – e que tem respaldo no estatuto do partido para apoiar Claudinho.

“Em cidades com menos de 100 mil eleitores, como Rio Grande, não é preciso aval da estadual. Mesmo assim, conversei com o secretário geral do partido, o Airton Amaral, que deu o aval. Tentei conversar com o Orosco, que nunca me ouviu. Há perseguição porque houve negociada dele (Orosco) com o (o prefeito Gabriel) Maranhão, que colocou o pai dele no Consórcio Intermunicipal”, citou Carvalho, emendando que já ingressou na Justiça para reverter o cenário. <TL>RR 



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PDT organiza nova convenção, apoia Marilza e entra em guerra

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

17/09/2020 | 00:03


Após intervenção da cúpula estadual, o PDT de Rio Grande da Serra refez sua convenção ontem, indicando apoio à candidatura da vice-prefeita Marilza de Oliveira (PSD) à Prefeitura.

A nova direção, sob comando de Mariano Dias do Carmo, argumentou que a antiga deliberação foi anulada – a adesão tinha sido encaminhada para o ex-vereador Claudinho da Geladeira (Podemos).

“Temos segurança jurídica sobre essa convenção. Lá atrás havia debate sobre apoiar a Marilza, fui fiel a esse debate. O PDT é um partido de esquerda, enquanto o Podemos tem linha de direita. Não havia combinação de ideais, não era coerente”, discorreu Carmo.

O PDT desenhava candidatura própria com o ex-secretário de Comunicação Gilvan Mendonça. Ele desistiu da pré-candidatura para dar suporte a Claudinho, movimento que não foi endossado pela coordenação regional, a cargo de Júnior Orosco (PDT). O caso se transformou em batalha interna, ainda mais porque, no dia 5, a direção realizou a convenção que garantiu adesão a Claudinho.

Sandro Carvalho, presidente destituído, assegurou que a nova convenção é irregular. Citou que não foi comunicado de sua destituição, que há suspeita de fraude no processo – por cancelamento da atividade em data retroativa – e que tem respaldo no estatuto do partido para apoiar Claudinho.

“Em cidades com menos de 100 mil eleitores, como Rio Grande, não é preciso aval da estadual. Mesmo assim, conversei com o secretário geral do partido, o Airton Amaral, que deu o aval. Tentei conversar com o Orosco, que nunca me ouviu. Há perseguição porque houve negociada dele (Orosco) com o (o prefeito Gabriel) Maranhão, que colocou o pai dele no Consórcio Intermunicipal”, citou Carvalho, emendando que já ingressou na Justiça para reverter o cenário. <TL>RR 

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