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Prefeitos locais minimizam tom político do seminário


Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

12/03/2009 | 07:00


Apesar do embate político protagonizado pelos possíveis presidenciáveis Dilma Rousseff (PT), ministra-chefe da Casa Civil, e José Serra (PSDB), governador de São Paulo, durante o seminário O ABC do Diálogo e do Desenvolvimento, os prefeitos da região minimizaram o tom que envolveu a atividade.

Na avaliação dos chefes de Executivo locais, o debate sobre o enfrentamento da crise internacional foi mais importante do que a campanha eleitoral antecipada dos favoritos à disputa pelo comando do governo federal.

"Foi uma prestação de contas natural sobre as ações de cada esfera de governo sobre a situação econômica crítica pela qual passamos", observou o prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PTB).

Para Mário Reali (PT), de Diadema, economia e política "caminham juntos", mas o importante foi criar um pacto suprapartidário para buscar melhorias. "Ambos estão interessados em construir alternativas para alavancar o crescimento."

Segundo o prefeito de Santo André, Aidan Ravin (PTB), os "gestos nobres" da participação de Dilma e Serra no evento regional está acima de qualquer "ato político".

O chefe do Executivo de Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB), ressaltou que o primeiro encontro público dos virtuais candidatos à presidência da república não ofuscou o objetivo da atividade. "A realização do seminário retrata o momento importante pelo qual passa o Brasil. Óbvio que são dois dos principais agentes públicos do País, mas foram atraídos até aqui pela relevância do tema abordado. Se fosse uma campanha eleitoral, seria promovido em outros moldes", avaliou.

BASTIDORES - Dilma e Serra entraram ao mesmo tempo no auditório do Cenforpe. Entretanto, não se cumprimentaram. A ministra chegou cinco minutos antes ao local e concedeu uma rápida entrevista, interrompida precocemente pela chegada do governador. Para a recepção dos convidados ilustres, foi montado um aparato digno para chefes de Estado, com áreas restritas ao público.



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Prefeitos locais minimizam tom político do seminário

Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

12/03/2009 | 07:00


Apesar do embate político protagonizado pelos possíveis presidenciáveis Dilma Rousseff (PT), ministra-chefe da Casa Civil, e José Serra (PSDB), governador de São Paulo, durante o seminário O ABC do Diálogo e do Desenvolvimento, os prefeitos da região minimizaram o tom que envolveu a atividade.

Na avaliação dos chefes de Executivo locais, o debate sobre o enfrentamento da crise internacional foi mais importante do que a campanha eleitoral antecipada dos favoritos à disputa pelo comando do governo federal.

"Foi uma prestação de contas natural sobre as ações de cada esfera de governo sobre a situação econômica crítica pela qual passamos", observou o prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PTB).

Para Mário Reali (PT), de Diadema, economia e política "caminham juntos", mas o importante foi criar um pacto suprapartidário para buscar melhorias. "Ambos estão interessados em construir alternativas para alavancar o crescimento."

Segundo o prefeito de Santo André, Aidan Ravin (PTB), os "gestos nobres" da participação de Dilma e Serra no evento regional está acima de qualquer "ato político".

O chefe do Executivo de Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB), ressaltou que o primeiro encontro público dos virtuais candidatos à presidência da república não ofuscou o objetivo da atividade. "A realização do seminário retrata o momento importante pelo qual passa o Brasil. Óbvio que são dois dos principais agentes públicos do País, mas foram atraídos até aqui pela relevância do tema abordado. Se fosse uma campanha eleitoral, seria promovido em outros moldes", avaliou.

BASTIDORES - Dilma e Serra entraram ao mesmo tempo no auditório do Cenforpe. Entretanto, não se cumprimentaram. A ministra chegou cinco minutos antes ao local e concedeu uma rápida entrevista, interrompida precocemente pela chegada do governador. Para a recepção dos convidados ilustres, foi montado um aparato digno para chefes de Estado, com áreas restritas ao público.

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