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PSDB e PFL lutam contra 'operação-abafa'



05/03/2004 | 00:09


As cúpulas do PSDB e do PFL vão atuar em conjunto na tentativa de desmontar a operação-abafa do governo e forçar a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar o caso Waldomiro Diniz. "A CPI dos Bingos não anula a CPI do caso Waldomiro", resumiu nesta quinta-feira o presidente do PSDB, José Serra, ao fim de um almoço oferecido a ele e aos líderes dos dois partidos na Câmara pelo presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC).

"Só não discutimos a estratégia de ação conjunta porque os líderes dos dois partidos no Senado ficaram ocupados com a votação das medidas provisórias do setor elétrico e não puderam participar do almoço", disse Bornhausen. "A situação nacional inspira cuidados e nós queremos o equilíbrio institucional, mas isto não significa que crimes não sejam investigados", insistiu. "É preciso investigar, até porque o não-exame das denúncias favorece a instabilidade política e econômica", afirmou Serra.

Afinados no discurso, os líderes do PSDB e PFL argumentaram que é sempre melhor fazer a investigação no Congresso, para restabelecer a verdade e o direito de defesa. Para Bornhausen, o método defendido pelo governo (o de deixar a investigação para a Polícia Federal e o Ministério Público) tem se mostrado ineficaz, uma vez que o principal envolvido nas denúncias, o ex-assessor do Planalto Waldomiro Diniz, optou por não falar em seus depoimentos e não esclareceu nada.

Apesar da insistência em favor da CPI, o pefelista fez questão de frisar que, diferentemente do PT, faz oposição sem prejulgamento. "Não somos do 'fora Lula' nem da gritaria pelo impeachment", disse Bornhausen.



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PSDB e PFL lutam contra 'operação-abafa'


05/03/2004 | 00:09


As cúpulas do PSDB e do PFL vão atuar em conjunto na tentativa de desmontar a operação-abafa do governo e forçar a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar o caso Waldomiro Diniz. "A CPI dos Bingos não anula a CPI do caso Waldomiro", resumiu nesta quinta-feira o presidente do PSDB, José Serra, ao fim de um almoço oferecido a ele e aos líderes dos dois partidos na Câmara pelo presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC).

"Só não discutimos a estratégia de ação conjunta porque os líderes dos dois partidos no Senado ficaram ocupados com a votação das medidas provisórias do setor elétrico e não puderam participar do almoço", disse Bornhausen. "A situação nacional inspira cuidados e nós queremos o equilíbrio institucional, mas isto não significa que crimes não sejam investigados", insistiu. "É preciso investigar, até porque o não-exame das denúncias favorece a instabilidade política e econômica", afirmou Serra.

Afinados no discurso, os líderes do PSDB e PFL argumentaram que é sempre melhor fazer a investigação no Congresso, para restabelecer a verdade e o direito de defesa. Para Bornhausen, o método defendido pelo governo (o de deixar a investigação para a Polícia Federal e o Ministério Público) tem se mostrado ineficaz, uma vez que o principal envolvido nas denúncias, o ex-assessor do Planalto Waldomiro Diniz, optou por não falar em seus depoimentos e não esclareceu nada.

Apesar da insistência em favor da CPI, o pefelista fez questão de frisar que, diferentemente do PT, faz oposição sem prejulgamento. "Não somos do 'fora Lula' nem da gritaria pelo impeachment", disse Bornhausen.

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