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Quadrilha de fraudadores do INSS é presa



05/03/2004 | 00:01


Sete pessoas acusadas de integrarem uma quadrilha de fraudadores do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) foram presas nesta quinta no município de Paulista, na região metropolitana de Recife. A estimativa é de que eles falsificaram documentos, forjando tempo de serviço para aposentadoria, que beneficiaram cerca de 100 pessoas, num prejuízo de aproximadamente R$ 30 milhões aos cofres públicos.

Além das prisões temporárias (por cinco dias) a Justiça também autorizou mandado de busca e apreensão nas casas dos envolvidos. Foram apreendidos duas armas de fogo, dois computadores e vários documentos que comprovariam as fraudes. A quadrilha vinha sendo investigada desde maio por uma força-tarefa integrada pelo INSS, Ministério Público Federal e Polícia Federal.

 Todos os benefícios fraudulentos foram obtidos em uma agência do INSS em Paulista. Foram presos o empresário José Roberto de Lima Machado, 50 anos, dono de uma corretora de imóveis; Glênio Maurício Pereira Carvalho, 43 anos, e José Severino Trindade, 39 anos, funcionários da agência do INSS em Paulista; o microempresário Alcidésio Alves de Lyra, 47; o jogador de futebol aposentado Joaquim Rodrigues Vieira Neto, 58, que seria intermediário do grupo; o contador autônomo Ives José da Silva, 55, responsável pela emissão de documentos falsos; e Francisco de Assis Carvalho, 71, pai de Glênio e também interdiário do grupo.

O grupo irá responder pelos crimes de formação de quadrilha e falsificação de documento público. Glênio, João Roberto e Joaquim também serão autuados em flagrante por posse ilegal de arma. De acordo com a Polícia Federal, as prisões ocorreram nas residências dos integrantes da quadrilha, sem resistência. Apenas Joaquim Rodrigues Vieira Neto, no momento da prisão, jogou pela janela do seu apartamento, no sétimo andar, no município metropolitano de Jaboatão dos Guararapes, uma mala contendo documentos e carimbos utilizados nas falsificações.



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Quadrilha de fraudadores do INSS é presa


05/03/2004 | 00:01


Sete pessoas acusadas de integrarem uma quadrilha de fraudadores do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) foram presas nesta quinta no município de Paulista, na região metropolitana de Recife. A estimativa é de que eles falsificaram documentos, forjando tempo de serviço para aposentadoria, que beneficiaram cerca de 100 pessoas, num prejuízo de aproximadamente R$ 30 milhões aos cofres públicos.

Além das prisões temporárias (por cinco dias) a Justiça também autorizou mandado de busca e apreensão nas casas dos envolvidos. Foram apreendidos duas armas de fogo, dois computadores e vários documentos que comprovariam as fraudes. A quadrilha vinha sendo investigada desde maio por uma força-tarefa integrada pelo INSS, Ministério Público Federal e Polícia Federal.

 Todos os benefícios fraudulentos foram obtidos em uma agência do INSS em Paulista. Foram presos o empresário José Roberto de Lima Machado, 50 anos, dono de uma corretora de imóveis; Glênio Maurício Pereira Carvalho, 43 anos, e José Severino Trindade, 39 anos, funcionários da agência do INSS em Paulista; o microempresário Alcidésio Alves de Lyra, 47; o jogador de futebol aposentado Joaquim Rodrigues Vieira Neto, 58, que seria intermediário do grupo; o contador autônomo Ives José da Silva, 55, responsável pela emissão de documentos falsos; e Francisco de Assis Carvalho, 71, pai de Glênio e também interdiário do grupo.

O grupo irá responder pelos crimes de formação de quadrilha e falsificação de documento público. Glênio, João Roberto e Joaquim também serão autuados em flagrante por posse ilegal de arma. De acordo com a Polícia Federal, as prisões ocorreram nas residências dos integrantes da quadrilha, sem resistência. Apenas Joaquim Rodrigues Vieira Neto, no momento da prisão, jogou pela janela do seu apartamento, no sétimo andar, no município metropolitano de Jaboatão dos Guararapes, uma mala contendo documentos e carimbos utilizados nas falsificações.

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