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Fris-Moldu-Car não terá falência, decreta juiz


Das Agências

23/11/2007 | 07:08


Os trabalhadores da fábrica de frisos Fris-Moldu-Car, de São Bernardo, há nove meses em greve e acampados na porta da empresa, vão ter de voltar para casa.

O juiz da 7ª Vara Cível de São Bernardo, Gersino Donizete do Prado, decidiu pela recuperação judicial da indústria onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve pela primeira vez sua carteira assinada, em 1966.

Passivo - Mesmo sem a falência, o pagamento da dívida de R$ 4 milhões com os trabalhadores deve ser a prioridade dos administradores.

Eles têm prazo de 60 dias para apresentar documentos e elaborar um plano para reabertura da fábrica.

Roberto Leonessa, advogado do administrador José Roberto Riviellas, diz que será possível pagar as dívidas. “Já temos clientes interessados em retomar contratos”, garante.

O diretor-executivo do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, José Paulo da Silva, acha que a decisão do juiz foi equivocada. “Vamos recorrer da sentença.”

Sentença - Para mostrar a importância histórica da Fris, o prontuário de Luiz Inácio da Silva, na época com 19 anos, foi anexado ao processo. “E foi também nessa empresa que o então operário Lula acidentou-se e sofreu amputação do dedo mínimo de uma das mãos”, diz o texto da sentença.

Prado disse acreditar que a falência, defendida pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, não seria uma boa opção para nenhuma das partes. “Até o Lula ficaria triste”, comenta.



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Fris-Moldu-Car não terá falência, decreta juiz

Das Agências

23/11/2007 | 07:08


Os trabalhadores da fábrica de frisos Fris-Moldu-Car, de São Bernardo, há nove meses em greve e acampados na porta da empresa, vão ter de voltar para casa.

O juiz da 7ª Vara Cível de São Bernardo, Gersino Donizete do Prado, decidiu pela recuperação judicial da indústria onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve pela primeira vez sua carteira assinada, em 1966.

Passivo - Mesmo sem a falência, o pagamento da dívida de R$ 4 milhões com os trabalhadores deve ser a prioridade dos administradores.

Eles têm prazo de 60 dias para apresentar documentos e elaborar um plano para reabertura da fábrica.

Roberto Leonessa, advogado do administrador José Roberto Riviellas, diz que será possível pagar as dívidas. “Já temos clientes interessados em retomar contratos”, garante.

O diretor-executivo do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, José Paulo da Silva, acha que a decisão do juiz foi equivocada. “Vamos recorrer da sentença.”

Sentença - Para mostrar a importância histórica da Fris, o prontuário de Luiz Inácio da Silva, na época com 19 anos, foi anexado ao processo. “E foi também nessa empresa que o então operário Lula acidentou-se e sofreu amputação do dedo mínimo de uma das mãos”, diz o texto da sentença.

Prado disse acreditar que a falência, defendida pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, não seria uma boa opção para nenhuma das partes. “Até o Lula ficaria triste”, comenta.

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