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Medalhistas paraolímpicos não recebem a premiação do CPB


Kati Dias
Do Diário do Grande ABC

10/02/2005 | 12:57


Cinco meses se passaram desde o fim da Paraolimpíada de Atenas. No entanto, os atletas que conquistaram as 33 medalhas (14 de ouro, 12 de prata e sete de bronze) ainda não receberam a premiação prometida pelo CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro). O caso será debatido nesta quinta-feira numa reunião que será realizada com o Conselho Deliberativo da entidade, em Brasília.

O judoca Antônio Tenório, de São Bernardo, foi um dos atletas que não receberam o dinheiro. “Desde que voltei da Grécia não recebi absolutamente nada. Reclamei com o chefe da delegação, Alberto Martins, porém, ninguém assume a responsabilidade”, explicou o tricampeão paraolímpico. Tenório teria de receber R$ 3 mil por mês a partir de outubro.

Atualmente, o judoca treina para a Copa Brasil – competição que reunirá todos os atletas portadores de deficiência que foram a Atenas – apenas com os recursos recebidos do São Paulo FC e do IBDD (Instituto Brasileiro Defensor dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência), com sede no Rio.

Para o gerente de Esportes do IBDD, Luiz Cláudio Pereira, a situação evidencia a falta de transparência do CPB. “A entidade recebeu 15% do montante da Lei Agnelo/ Piva e não sabemos para onde foi este dinheiro. Acredito que amanhã (nesta quinta-feira) será uma boa oportunidade para se questionar o destino da verba”, explicou o dirigente, que também faz parte do Conselho Deliberativo do CPB.

No ano passado, a entidade recebeu 15% dos 2% da renda bruta das loterias esportivas do Brasil vindas da Lei Agnelo/ Piva, que totaliza R$ 12,3 milhões. A maior parte da renda, 85%, pertence ao COB (Comitê Olímpico Brasileiro). A reportagem do Diário entrou em contato com o CPB, porém, não conseguiu contato com nenhum dirigente.


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Medalhistas paraolímpicos não recebem a premiação do CPB

Kati Dias
Do Diário do Grande ABC

10/02/2005 | 12:57


Cinco meses se passaram desde o fim da Paraolimpíada de Atenas. No entanto, os atletas que conquistaram as 33 medalhas (14 de ouro, 12 de prata e sete de bronze) ainda não receberam a premiação prometida pelo CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro). O caso será debatido nesta quinta-feira numa reunião que será realizada com o Conselho Deliberativo da entidade, em Brasília.

O judoca Antônio Tenório, de São Bernardo, foi um dos atletas que não receberam o dinheiro. “Desde que voltei da Grécia não recebi absolutamente nada. Reclamei com o chefe da delegação, Alberto Martins, porém, ninguém assume a responsabilidade”, explicou o tricampeão paraolímpico. Tenório teria de receber R$ 3 mil por mês a partir de outubro.

Atualmente, o judoca treina para a Copa Brasil – competição que reunirá todos os atletas portadores de deficiência que foram a Atenas – apenas com os recursos recebidos do São Paulo FC e do IBDD (Instituto Brasileiro Defensor dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência), com sede no Rio.

Para o gerente de Esportes do IBDD, Luiz Cláudio Pereira, a situação evidencia a falta de transparência do CPB. “A entidade recebeu 15% do montante da Lei Agnelo/ Piva e não sabemos para onde foi este dinheiro. Acredito que amanhã (nesta quinta-feira) será uma boa oportunidade para se questionar o destino da verba”, explicou o dirigente, que também faz parte do Conselho Deliberativo do CPB.

No ano passado, a entidade recebeu 15% dos 2% da renda bruta das loterias esportivas do Brasil vindas da Lei Agnelo/ Piva, que totaliza R$ 12,3 milhões. A maior parte da renda, 85%, pertence ao COB (Comitê Olímpico Brasileiro). A reportagem do Diário entrou em contato com o CPB, porém, não conseguiu contato com nenhum dirigente.

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