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Bolsas da Europa fecham em baixa, com receio de nova onda de casos da covid-19



18/09/2020 | 14:16


As bolsas na Europa fecharam em baixa nesta sexta-feira, 18, seguindo preocupações por uma nova onda de coronavírus, e possíveis novos lockdowns, que impactariam na recuperação econômica. A semana foi de quedas na maioria dos lugares, seguindo sobretudo o noticiário de política monetária dos principais bancos centrais.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,66% nesta sexta, a 368,78 pontos, registrando alta semanal de 0,22%.

Os novos casos de coronavírus na Europa levaram a Capital Economics a indicar que não ficaria surpresa em caso de "restrições regionais rígidas impostas nas próximas semanas, que têm o potencial de pesar sobre o crescimento econômico".

A CMC Markets corrobora, e afirma que "discussões sobre novos lockdowns localizados e direcionados, e toques de recolher e quarentenas, parecem estar se tornando mais comuns, levantando preocupações sobre a recuperação que vimos até agora".

Diretor regional da Organização Mundial da Saúde para o continente, Hans Kluge alertou sobre os riscos do aumento de casos na Europa nesta quinta-feira. Espanha e França são dois dos países mais afetados dentre os países da porção ocidental.

Em Paris, o CAC 40 fechou em baixa de 1,22%, a 4.978,18 pontos, terminando na mínima do dia. Na semana, recuou 1,11%.

Madri registrou a maior queda dentre as principais bolsas nesta sexta-feira, com o IBEX35 caindo 2,21%, a 6.929,80, com baixa semanal de 0,19%.

Além da preocupação com o coronavírus, o setor financeiro registra grandes movimentações no país, com a possibilidade de fusão entre o Caixabank e o Bankia.

Com as notícias sobre a negociação, o primeiro registrou queda nas ações de 2,18%, e o segundo de 4,76%. O novo banco seria o maior da Espanha, e as repercussões impactaram outras instituições financeiras do país, com o Santander em baixa de 2,38%, e o BBVA caindo 4,43%.

O setor de viagens foi duramente atingido com as últimas perspectivas, com o setor aéreo registrando diversas baixas. A Ryanair, empresa citada em estudo do banco UBS na semana como uma das com maior volatilidade com o noticiário sobre o vírus, anunciou diminuição de 20% na capacidade do voos para outubro, seguindo medidas de segurança. Ryanair caiu 3,94% nesta sexta em Londres.

A Volkswagen, que já havia registrado baixa na quinta após a divulgação da queda no número de veículos vendidos na Europa, voltou a cair, fechando em baixa de 3,83%, após confirmar a tendência e registra queda de 6,6% nas vendas de agosto. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 1,22%, a 13.116,25 pontos, na mínima do dia, com queda semanal de 0,65%.

As vendas no varejo do Reino Unido subiram 0,8% em agosto ante julho, segundo dados publicados nesta sexta pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês) do país, mostrando que o setor varejista continua se recuperando do impacto. O resultado, que marcou o quarto mês consecutivo de avanço nas vendas, veio acima da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de alta de 0,5%.

Ainda assim, em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,71%, a 6.007,05 pontos, com queda semanal de 0,41%.

Em Milão, o FTSE MIB fechou em baixa de 1,09%, a 19.524,94 pontos, com queda semanal de 1,49%.

Lisboa também registrou baixa, com o PSI-20 caindo 0,80%, a 4.252,43, caindo 1,37% na semana.

*Com informações Dow Jones Newswires.



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Bolsas da Europa fecham em baixa, com receio de nova onda de casos da covid-19


18/09/2020 | 14:16


As bolsas na Europa fecharam em baixa nesta sexta-feira, 18, seguindo preocupações por uma nova onda de coronavírus, e possíveis novos lockdowns, que impactariam na recuperação econômica. A semana foi de quedas na maioria dos lugares, seguindo sobretudo o noticiário de política monetária dos principais bancos centrais.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,66% nesta sexta, a 368,78 pontos, registrando alta semanal de 0,22%.

Os novos casos de coronavírus na Europa levaram a Capital Economics a indicar que não ficaria surpresa em caso de "restrições regionais rígidas impostas nas próximas semanas, que têm o potencial de pesar sobre o crescimento econômico".

A CMC Markets corrobora, e afirma que "discussões sobre novos lockdowns localizados e direcionados, e toques de recolher e quarentenas, parecem estar se tornando mais comuns, levantando preocupações sobre a recuperação que vimos até agora".

Diretor regional da Organização Mundial da Saúde para o continente, Hans Kluge alertou sobre os riscos do aumento de casos na Europa nesta quinta-feira. Espanha e França são dois dos países mais afetados dentre os países da porção ocidental.

Em Paris, o CAC 40 fechou em baixa de 1,22%, a 4.978,18 pontos, terminando na mínima do dia. Na semana, recuou 1,11%.

Madri registrou a maior queda dentre as principais bolsas nesta sexta-feira, com o IBEX35 caindo 2,21%, a 6.929,80, com baixa semanal de 0,19%.

Além da preocupação com o coronavírus, o setor financeiro registra grandes movimentações no país, com a possibilidade de fusão entre o Caixabank e o Bankia.

Com as notícias sobre a negociação, o primeiro registrou queda nas ações de 2,18%, e o segundo de 4,76%. O novo banco seria o maior da Espanha, e as repercussões impactaram outras instituições financeiras do país, com o Santander em baixa de 2,38%, e o BBVA caindo 4,43%.

O setor de viagens foi duramente atingido com as últimas perspectivas, com o setor aéreo registrando diversas baixas. A Ryanair, empresa citada em estudo do banco UBS na semana como uma das com maior volatilidade com o noticiário sobre o vírus, anunciou diminuição de 20% na capacidade do voos para outubro, seguindo medidas de segurança. Ryanair caiu 3,94% nesta sexta em Londres.

A Volkswagen, que já havia registrado baixa na quinta após a divulgação da queda no número de veículos vendidos na Europa, voltou a cair, fechando em baixa de 3,83%, após confirmar a tendência e registra queda de 6,6% nas vendas de agosto. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 1,22%, a 13.116,25 pontos, na mínima do dia, com queda semanal de 0,65%.

As vendas no varejo do Reino Unido subiram 0,8% em agosto ante julho, segundo dados publicados nesta sexta pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês) do país, mostrando que o setor varejista continua se recuperando do impacto. O resultado, que marcou o quarto mês consecutivo de avanço nas vendas, veio acima da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de alta de 0,5%.

Ainda assim, em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,71%, a 6.007,05 pontos, com queda semanal de 0,41%.

Em Milão, o FTSE MIB fechou em baixa de 1,09%, a 19.524,94 pontos, com queda semanal de 1,49%.

Lisboa também registrou baixa, com o PSI-20 caindo 0,80%, a 4.252,43, caindo 1,37% na semana.

*Com informações Dow Jones Newswires.

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