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Grupo de extermínio: investigação é sigilosa, diz secretário


Do Diário OnLine

10/03/2003 | 12:13


O secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Saulo Castro de Abreu, disse nesta segunda-feira, em entrevista à rádio CBN, que a polícia está apurando há algum tempo as denúncias de que haveria um grupo de extermínio, formado por policiais, agindo em Ribeirão Preto.

No entanto, Abreu se recusou a dar mais detalhes sobre as apurações. “Investigação boa é investigação sigilosa, o que não significa que ela seja nebulosa”, disse o secretário. Ele explicou que a ouvidoria da polícia é independente de partidos políticos e que não tem interesse em esconder o caso.

Segundo Abreu, os jornais apenas noticiam escândalos, mas não dão destaque às ações bem-sucedidas. “Nós temos um trabalho firme, sério. Ninguém está colocando em questão o grupo que está apurando o caso (de Ribeirão Preto)”, completou Saulo de Castro.

Cemitério - A Justiça está investiga a existência de um cemitério clandestino em Ribeirão Preto, onde pessoas mortas pelos ‘grupo de extermínios’ de policiais estariam enterradas. Para Marcelo Goulart, um promotor da região, o número de pessoas exterminadas pode ser maior do que o divulgado pelo setor de Investigações Especiais do Ministério Público de São Paulo.

O grupo estaria em ação desde agosto de 2002 e teria feito pelo menos 20 vítimas, a maioria delas jovens suspeitos de furtos e tráfico de drogas.



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Grupo de extermínio: investigação é sigilosa, diz secretário

Do Diário OnLine

10/03/2003 | 12:13


O secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Saulo Castro de Abreu, disse nesta segunda-feira, em entrevista à rádio CBN, que a polícia está apurando há algum tempo as denúncias de que haveria um grupo de extermínio, formado por policiais, agindo em Ribeirão Preto.

No entanto, Abreu se recusou a dar mais detalhes sobre as apurações. “Investigação boa é investigação sigilosa, o que não significa que ela seja nebulosa”, disse o secretário. Ele explicou que a ouvidoria da polícia é independente de partidos políticos e que não tem interesse em esconder o caso.

Segundo Abreu, os jornais apenas noticiam escândalos, mas não dão destaque às ações bem-sucedidas. “Nós temos um trabalho firme, sério. Ninguém está colocando em questão o grupo que está apurando o caso (de Ribeirão Preto)”, completou Saulo de Castro.

Cemitério - A Justiça está investiga a existência de um cemitério clandestino em Ribeirão Preto, onde pessoas mortas pelos ‘grupo de extermínios’ de policiais estariam enterradas. Para Marcelo Goulart, um promotor da região, o número de pessoas exterminadas pode ser maior do que o divulgado pelo setor de Investigações Especiais do Ministério Público de São Paulo.

O grupo estaria em ação desde agosto de 2002 e teria feito pelo menos 20 vítimas, a maioria delas jovens suspeitos de furtos e tráfico de drogas.

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